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CAIXA alcança lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões em 2017, 202,6% superior ao de 2016

27/03/2018

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A Caixa divulgou na manhã desta terça-feira (27), que em 2017 o banco alcançou lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões, 202,6% superior ao registrado em 2016. O lucro líquido recorrente totalizou R$ 8,6 bilhões, alta de 106,9% em 12 meses, e também superou o melhor resultado já alcançado pelo banco. Esse resultado gerou retorno sobre o patrimônio líquido recorrente de 12,9%, crescimento de 6,3 p.p. em 12 meses.

No texto divulgado pela Agência Caixa de Notícias não faz nenhuma referência sobre as Loterias Caixa e quanto esta atividade representou no faturamento do banco. Ao final, o texto faz uma pequena referência a rede lotérica:

“CAIXA possui 56,9 mil pontos de atendimento e 88 milhões de clientes – Ao final de dezembro, a CAIXA possuía 88 milhões de correntistas e poupadores, dos quais 85,3 milhões de pessoas físicas e 2,7 milhões de pessoas jurídicas. A rede da CAIXA possui 56,9 mil pontos de atendimento. São 4,2 mil agências e postos de atendimento, 22,7 mil correspondentes CAIXA Aqui e lotéricos, e 30 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento em todo o país.”

Comento: lotéricos esquecidos

Enquanto os lotéricos brigam para melhorar as remunerações pelos serviços prestados, a Caixa divulga que ter alcançado o maior lucro da história da Instituição.

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CAIXA ALCANÇA LUCRO LÍQUIDO RECORDE DE R$ 12,5 BILHÕES EM 2017, 202,6% SUPERIOR AO DE 2016

Resultado Recorrente atinge R$ 8,6 bilhões, alta de 106,9% em 12 meses e supera maior lucro já alcançado pela Instituição

DESTAQUES DO RESULTADO 2017

  • LUCRO LÍQUIDO de R$ 12,5 bi, o maior da história, 202,6% superior ao de 2016
  • LUCRO LÍQUIDO RECORRENTE atinge R$ 8,6 bilhões, alta de 106,9% em 12 meses
  • RESULTADO OPERACIONAL RECORRENTE de R$ 10,4 bilhões avança 157,1% em 12 meses
  • MARGEM FINANCEIRA aumenta 14,1% em relação a 2016 e atinge a melhor evolução entre os grandes bancos
  • MENOR ÍNDICE DE INADIMPLÊNCIA dos últimos 5 anos, com 2,25%, queda de 0,6 p.p. em 12 meses, abaixo da média do mercado
  • ÍNDICE DE EFICIÊNCIA OPERACIONAL recorrente alcança 49,8%, melhora de 2,3 p.p. em 12 meses, melhor índice da história da CAIXA
  • ÍNDICE DE BASILEIA atingiu 17,7%, crescimento de 4,1 p.p.
  • ÍNDICE DE CAPITAL PRINCIPAL alcançou 11,2%, crescimento de 1,7 p.p.
  • RETORNO SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO recorrente cresce 6,3 p.p. em 12 meses e alcança 12,9% ao final de dezembro de 2017
  • PATRIMÔNIO LÍQUIDO avança 12,2% em 12 meses, mesmo sem o aporte do FGTS
  • DESPESA DE PDD recua 4,2% em 12 meses
  • RECEITAS COM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS aumentam 11,5% em 12 meses
  • OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS recuam 2,3% em 12 meses.
    RESULTADO RECORDEEm 2017, a CAIXA alcançou lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões, 202,6% superior ao registrado em 2016. O lucro líquido recorrente totalizou R$ 8,6 bilhões, alta de 106,9% em 12 meses, e também superou o melhor resultado já alcançado pelo banco. Esse resultado gerou retorno sobre o patrimônio líquido recorrente de 12,9%, crescimento de 6,3 p.p. em 12 meses.

    O resultado operacional recorrente alcançou R$ 10,4 bilhões em 2017, avanço de 157,1% em 12 meses, influenciado pelo crescimento da margem financeira em 14,1%, pela redução nas despesas com Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) em 4,2%, pelo avanço nas receitas com prestação de serviços em 11,5% e pelo controle das despesas administrativas e de pessoal.

    O índice de inadimplência encerrou o ano com redução de 0,6 p.p em 12 meses, alcançando 2,25%, significativamente abaixo da média de mercado, de 3,25%, influenciado pela estratégia de melhoria da gestão de riscos da CAIXA.

    Ao final de 2017, a carteira de crédito da CAIXA alcançou saldo de R$ 706,3 bilhões, apresentando leve redução de 0,4% em 12 meses, e manutenção da participação de mercado em 22,4%. Esse desempenho ocorreu devido à retração de 15,3% na carteira comercial e foi compensado pelo crescimento de 6,3% das operações de habitação e 5,2% das operações de saneamento e infraestrutura. Essas evoluções estão em linha com o Plano de Capital da Empresa.

    Em dezembro, a CAIXA possuía R$ 2,2 trilhões em ativos administrados, avanço de 1,9% em 12 meses, com destaque para os ativos próprios, que totalizaram R$ 1,3 trilhão, avanço de 0,4% em 12 meses. O retorno recorrente sobre o ativo avançou 0,3 p.p. em 12 meses, totalizando 0,7% no final do ano.

    EFICIÊNCIA OPERACIONAL HISTÓRICA

    As receitas com prestação de serviços cresceram 11,5% em 2017, totalizando R$ 25,0 bilhões. Os principais destaques foram as receitas de conta corrente, administração de fundos de investimento e convênios e cobrança que cresceram, respectivamente, 31,0%, 21,7% e 7,4% em 12 meses.

    As outras despesas administrativas recuaram 2,3% em 12 meses, totalizando R$ 11,9 bilhões. Foi a primeira vez na história da CAIXA em que ações de eficiência geraram redução dessas despesas entre os exercícios.

    As despesas de pessoal alcançaram R$ 22,4 bilhões no ano, avanço de 6,6% em 12 meses, impactadas pelo acordo coletivo e pelos planos de demissão voluntária, que geraram despesas não recorrentes de R$ 863,0 milhões, com o desligamento de 7 mil empregados.

    Com esse desempenho, o índice de eficiência operacional recorrente alcançou 49,8%, melhora 2,3 p.p. em 12 meses. O índice de cobertura de despesas administrativas alcançou 72,9%, melhora de 5,3 p.p, e o índice de cobertura de despesa de pessoal somou 111,6%, avanço de 4,8 p.p. em 12 meses.

    ÍNDICE DE BASILEIA ENCERRA PERÍODO COM 17,7%, AVANÇO DE 4,1 P.P EM 12 MESES

    A fim de cumprir os requerimentos mínimos de capital, conforme exigências do Acordo de Basileia III, a CAIXA tem implementado medidas para reforço da sua estrutura de capital, como a redução de despesas, ajuste dos processos de alocação de capital, utilização da métrica do Retorno Ajustado ao Risco no Capital (RAROC) para gestão da carteira de crédito, e disseminação da cultura de risco, entre outras.

    Com isso, o índice de Basileia atingiu 17,7%. O índice de Capital Principal e o de Nível I marcaram 11,2%, mantendo-se acima do mínimo exigido de 6,0% e 7,5%, respectivamente. Os Ativos Ponderados pelo Risco (RWA) totalizaram R$ 529,5 bilhões em dezembro de 2017, redução de R$ 44,6 bilhões. O patrimônio líquido avançou 12,2% em 12 meses, e atingiu R$ 71,4 bilhões.

    CARTEIRA DE CRÉDITO HABITACIONAL AVANÇA 6,3% EM 12 MESES

    A carteira imobiliária alcançou saldo de R$ 431,7 bilhões, aumento de 6,3% em 12 meses. Os créditos concedidos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) representam R$ 237,6 bilhões. As operações de crédito com recursos da CAIXA (SBPE) apresentam saldo de R$ 194,1 bilhões. A CAIXA ganhou 2,1 p.p. de participação no mercado imobiliário, mantendo a liderança, com 69% de participação.

    OPERAÇÕES DE SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA CRESCERAM 5,2% EM 12 MESES

    O saldo da carteira de saneamento e infraestrutura alcançou R$ 82,7 bilhões em dezembro, alta de 5,2% em 12 meses. Esse segmento continua a ser estratégico para a CAIXA por contribuir para o avanço no desenvolvimento econômico do País, gerando emprego e renda.

    TRANSFERÊNCIA DE BENEFÍCIOS

    Em 2017, foram pagos cerca de 158,4 milhões de benefícios sociais, correspondendo a R$ 28,7 bilhões. Somente o Bolsa Família pagou cerca de 153,8 milhões de benefícios no período, totalizando R$ 27,8 bilhões.

    Em relação aos programas voltados ao trabalhador, a CAIXA foi responsável por realizar 292,3 milhões de pagamentos de benefícios, que totalizaram R$ 313,7 bilhões, entre eles o Seguro-Desemprego, Abono Salarial e PIS, que corresponderam a R$ 52,0 bilhões.

    A CAIXA também realizou 71,7 milhões de pagamentos de aposentadorias e pensões a beneficiários do INSS, que totalizaram R$ 94,7 bilhões.

    A arrecadação do FGTS atingiu R$ 123,5 bilhões e os saques, R$ 166,9 bilhões, incluindo R$ 44 bilhões de saques das contas inativas.

    Distribuição do Lucro do FGTS
    Pela primeira vez, em 2017, metade do lucro alcançado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2016, foi creditado nas contas dos trabalhadores.

    Foram distribuídos o total de R$ 7,3 bilhões para 88 milhões de trabalhadores.

    A remuneração do FGTS em 2016 alcançou 7,14% e foi superior aos principais índices de inflação, sendo o IPCA 6,28% e o INPC 6,58%.

    Após a apuração final do Resultado de 2017, metade do lucro será novamente distribuído aos trabalhadores.

    CAIXA POSSUI 56,9 MIL PONTOS DE ATENDIMENTO E 88 MILHÕES DE CLIENTES

    Ao final de dezembro, a CAIXA possuía 88 milhões de correntistas e poupadores, dos quais 85,3 milhões de pessoas físicas e 2,7 milhões de pessoas jurídicas.

    A rede da CAIXA possui 56,9 mil pontos de atendimento. São 4,2 mil agências e postos de atendimento, 22,7 mil correspondentes CAIXA Aqui e lotéricos, e 30 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento em todo o país.