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Contravenção – Caça-níqueis são incinerados em Montes Claros (MG)

16/07/2004

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Numa operação coordenada pela Polícia Federal, foram incineradas, ontem, em Montes Claros, 59 máquinas caça-níqueis apreendidas em bares e outros estabelecimentos da cidade. A queima aconteceu no aterro sanitário no município, próximo à saída para Pirapora, e foi acompanhada por policiais militares e fiscais da Receita Federal.

Também foram destruídos CDs e fitas piratas, além de materiais contrabandeados apreendidos pela Receita Federal na região, incluindo uísque, cartuchos e toner para impressoras e cigarros adquiridos no Paraguai. A Receita Federal informou apenas que os produtos foram apreendidos em ônibus que vieram do Paraguai, em operações realizadas nas rodovias da região. No entanto, não precisou as quantidades dos produtos.

As máquinas caça-níqueis foram apreendidas pela Polícia Militar e levadas para o pátio da Polícia Federal em Montes Claros, em cumprimento à lei de contravenções penais. A incineração ocorreu por determinação judicial. O subcomandante do 10º Batalhão da Polícia Militar de Montes Claros, major Flanklin de Paula Silveira, anunciou que a PM vai continuar as operações contra as máquinas caça-níqueis, tanto na área central quanto na periferia da cidade.

Máquinas caça-níqueis e produtos contrabandeados são incinerados em Montes Claros (MG).
Cinqüenta e nove máquinas caça-níqueis apreendidas em bares e outros estabelecimentos da cidade de Montes Claros, no Norte de Minas, foram incineradas nesta quinta-feira. A operação, coordenada pela Polícia Federal (PF), aconteceu no aterro sanitário da cidade, sob o acompanhamento de policiais militares e de fiscais da PF.
Na oportunidade, a PF destruiu também produtos piratas e materiais contrabandeados apreendidos na região. Foram incinerados 267,6 mil maços de cigarros falsificados, 15 litros de uísque, mais de mil fitas K-7 e 1,33 mil CDs piratas, além de cartuchos e toner para impressoras de computador.

Todos os produtos foram apreendidos pelos fiscais da Receita Federal em operações realizadas com ônibus que transportavam mercadorias compradas no Paraguai.

Jornal O Estado de Minas (MG) – Luiz Ribeiro