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Guia de Destinos – Las Vegas – Cidade dos Cassinos

11/11/2002

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Claro que os hotéis-cassino continuam sendo a grande atração de Las Vegas. Afinal, a cidade fez fama com os jogos de azar – fama que será difícil de ser apagada, diga-se. Mas os empresários da cidade começam a diversificar suas atrações por um motivo muito justo: fazer Las Vegas ser charmosa, também, para a família inteira.
O primeiro passo foi dado já há algum tempo: foram criadas facilidades para que casais do mundo todo pudessem oficializar a união com o mínimo de burocracia possível. Em alguns casos, é possível para os pombinhos trocarem alianças 24 horas depois de chegarem à cidade, sem que eles tenham marcado nada previamente. E, nesse tempo, ocorre a cerimônia oficial (a certidão é válida para vários países, Brasil inclusive) e a religiosa, em uma das 20 capelas da cidade.
E essa não é a única inovação que a cidade permite. Os noivos podem se casar fantasiados do personagem que quiserem ­ ele de Elvis Presley e ela de Marilyn Monroe, por exemplo ­ e podem pedir para que o mediador esteja também caracterizado. As loucuras podem alçar vôos ainda maiores. Há a possibilidade de trocar alianças em pleno Grand Canyon e de ser pego no hotel em uma limusine daquelas de parar o trânsito. Mas o melhor de tudo é o preço: o pacote básico de casamento custa menos de US$ 200.
Passeios – Ultimamente, a cidade passou a investir em outras atrações. As mais concorridas pelos visitantes são os equipamentos que provocam uma enxurrada de adrenalina no sangue, como montanhas-russas já instaladas em meia dúzia de hotéis. A maioria delas é bastante veloz, inapropriada para cardíacos, crianças e gestantes, mas nada bate o elevador que despenca do alto da torre do Hotel Stratosphere, a mais alta da cidade. Prepare-se para muita emoção.
Houve, também, quem apostasse no novo conceito de resort-cassino. É o caso do Mandalay Bay, um complexo de US$ 1 bilhão que oferece, para quem não se anima a jogar, nove restaurantes de alto nível, uma praia com piscina de ondas e areia, além de um amplo centro de compras, com grifes badaladas.
Centros de compras, aliás, são febre na cidade. Há opções para todos os gostos e bolsos, do Bonanza Shop, auto-intitulada a maior loja de suvenires do mundo, cheia de opções baratinhas, ao The Caesar’s, um grande shopping cheio de marcas famosas – e caríssimas.
Curiosidades – Como em qualquer centro de jogos de azar, há uma série de “pegadinhas” para os turistas desavisados. Nos hotéis, por exemplo, não há lugar para se sentar, a não ser nos bares, restaurantes e, claro, nos cassinos. Isso para forçar os visitantes a gastar. Enquanto jogam, os turistas bebem o que quiserem de graça. Isso não é uma bondade dos hotéis, mas uma forma de eles fazerem os hóspedes ficarem mais descontraídos nos jogos – os copos, aliás, podem ser levados de recordação. E por aí vai.