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Videobingo e Caça-níquel

“Estamos muito satisfeitos com o tráfego que tivemos na G2E de Las Vegas e com o apoio manifestado pelos clientes” 22/10/2015

Entrevista com Renato Almeida e Luis Casamayor, da FBM


Luis Casamayor e Renato Almeida no estande da FBM na G2E Las Vegas 2015

Em entrevista exclusiva ao portal Yogonet.com, o vice-presidente, Renato Almeida e o diretor-geral do México, Luis Casamayor revelaram que a FBM apresentou sua experiência de mais de 14 anos na indústria de jogos no estande da G2E Las Vegas 2015. Os dirigentes da empresa especializada em videobingo informaram que estão tendo “um ano muito bom”.

Como foi este ano na G2E?

Luis Casamayor (LC) – Nós tivemos um ano muito bom. Temos experimentado um forte crescimento no México: 25% no parque instalado e 37% no faturamento. Na feira, continuamos nessa linha. Estamos muito satisfeitos com as visitas que tivemos e com o apoio manifestado pelos clientes. Este ano, consolidamos a nova plataforma Galaxy com tela dupla, que tem boa aceitação no México.

De todos os produtos apresentados qual se destacaram?

LC – Com a nova plataforma de tela dupla Galaxy desenvolvemos jogos multi-cartelas, nosso ponto forte. Nós aumentamos a base de clientes e mantemos as mesmas expectativas para o próximo ano.

O México é um mercado muito importante para vocês, mas em que outros mercados vocês pretendem ingressar no curto e médio prazo?

Renato Almeida (RA) – Atualmente, o México e Filipinas são nossos principais mercados, este último onde temos nossa fábrica projetamos crescer significativamente. Também temos uma presença na Espanha. Além disso, estamos buscando novos mercados mais consolidados para o próximo ano na Europa. Falamos de países como a Noruega, por exemplo.

Como fazer para que hoje o bingo siga sendo um jogo atrativo? Por que um operador escolheria o bingo sobre outros jogos e ofertas tecnológicas?

RA – O que torna o bingo forte é o fato de o jogador poder manter-se mais tempo na máquina, ao contrário de outros jogos. Os jogos da FBM são atrativos e divertidos, fazendo com que o jogador queira ficar mais tempo.

Muitas empresas estão se movendo para os jogos temáticos. Vocês têm planos a esse respeito?

RA – Essas empresas vendem máquinas. Em vez disso, nós alugamos. Então, fazer um investimento deste tipo não faz muito sentido para a FBM.

Qual é o posicionamento da empresa nos EUA?

RA – Nós já temos licenças para operar em alguns estados, como a Califórnia, mas estamos trabalhando os últimos detalhes para homologar o produto. Entraremos com bingo e spin-reel.

Seus produtos estão perto do público latino, você acredita que eles podem conseguir o mesmo resultado com o público americano?

RA – Sim, mas temos que fazer um forte trabalho de marketing, porque a cultura é diferente.

É o mesmo que acontece na Noruega, um dos seus objetivos, ou nas Filipinas, o mais importante mercado hoje da FBM? São mercados de difícil penetração?

RA – Todos os mercados consolidados, que já contam com uma tradição em bingo, são difíceis quando se incorpora mais tarde, mas não impossível. Demanda investimento, mas é possível.

Durante a mesa redonda de CEO’s desenvolvida como parte da G2E, que também participou Gavin Isaacs, Mark Frissora disse ter ficada surpreso com a falta de inovação na indústria de cassino para atrair a ‘geração do milênio’. Você acha que o bingo é uma alternativa atraente para o jogador mais jovem? Em alguns mercados, ele é associado com uma geração mais velha...

LC – O bingo tradicional não tem nada a ver com o videobingo hoje, que é muito mais dinâmico, com títulos de elegibilidade, alta qualidade gráfica e sonora. É um jogo muito mais fácil de entender que um slot. A simplicidade é um argumento para atrair novos jogadores.


Comentários (1)
Jose augusto amaral
18/08/2016 às 20:37h

Com a legalização, não precisarei me deslocar à outro pais a fim de ir ao meu parque de diversões. Não precisarei pagar hotel, passagens e alimentação. Brasil, pare com a hipocrisia.

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