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Deputado Geraldo Resende e Bancada Evangélica criticam proposta que regulariza jogos de azar no Brasil 15/09/2016

Na avaliação do parlamentar, a compulsão e o vício destroem a família e a sociedade. Proposta está pronta para ser votada no plenário da Câmara


O deputado Geraldo Resende critica polêmica proposta de legalização dos jogos de azar

O deputado federal Geraldo Resende (PSDB-MS) usou, nesta terça-feira (13), a tribuna da Câmara dos Deputados para repudiar o Projeto de Lei (PL) 442/1991, que regulamenta a exploração de jogos de azar. A proposta autoriza o funcionamento de cassinos e bingos, além de legalizar os jogos eletrônicos, caça-níqueis, apostas, jogo do bicho, máquinas de vídeo-bingo e jogos online. A proposta foi recentemente aprovada na Comissão Especial e agora aguarda deliberação do plenário.

Na avaliação do deputado Geraldo Resende, todas as vezes que o governo tem dificuldades no caixa, como agora, em função da crise econômica, retorna para a pauta a ideia de implantar os jogos de azar no Brasil. “Não é por esse caminho que resgataremos o País da crise. Muito pelo contrário. Estamos diante de uma matéria que visa claramente o estímulo ao crime de lavagem de dinheiro, corrupção, aumento do tráfico de drogas e de armas, além de aumento generalizado da violência”, disse.

Para Geraldo Resende, o jogo também traz consequências muito negativas à sociedade brasileira. Na opinião dele, o vício, a compulsão e as dívidas contraídas pelo jogo trazem inúmeros malefícios as pessoas. “Esse projeto destrói as famílias, os lares brasileiros e o indivíduo. O vício pelo jogo está no mesmo patamar de dependência das drogas, do álcool, e tudo isso sabemos que tem consequências desastrosas para o ser humano”, lembrou Geraldo Resende.

De acordo com o Projeto de Lei, a proposta visa a criação de uma agência estatal que teria o objetivo de elaborar um cadastro de jogadores viciados com a intenção de bani-los das casas de jogos de azar. Essa proposta também foi criticada pelo deputado sul mato-grossense. “É um cadastro esdrúxulo, frágil e que não tem como impedir das pessoas de frequentaram esses ambientes. Não há como monitorar. Se a regra é arrecadar, é evidente que o governo vai afrouxar a fiscalização”, afirmou Geraldo Resende.

Religiosos também são contrários

A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional também já marcou posição contrária à proposta. Recentemente, o presidente da Frente, deputado João Campos (PRB-GO), emitiu um documento alertando dos malefícios do projeto. Segundo a nota, “nada justifica a legalização dos jogos em razão dos malefícios para a sociedade, para a família e para o indivíduo, que se vê vulnerável ante a exposição desnecessária a jogos de azar”.

O senador, pastor e cantor evangélico Magno Malta (PR-ES) já adiantou que irá mobilizar os senadores para arquivar a proposta, caso ela seja aprovada na Câmara. “Temos que proteger o povo brasileiro do pecado do jogo. É estapafúrdia essa proposta, que quer dizimar a alma do ser humano, através de uma matéria para ajudar no PIB do governo”, disse. (Agora MS – Mato Grosso do Sul)


Comentários (5)
Emerson
16/09/2016 às 12:26h

Eu acho que se a proposta não vor aproda,o governo tinha que começar a cobrar impostos das igrejas.vcs não acham uma boa ideia??

Emerson
16/09/2016 às 12:26h

Eu acho que se a proposta não vor aproda,o governo tinha que começar a cobrar impostos das igrejas.vcs não acham uma boa ideia??

paulo cesar garbellini
19/09/2016 às 17:12h

Hipócrita

paulo cesar garbellini
19/09/2016 às 17:13h

Politico sujo, Evangélicos não deveriam ser politicos, sim ajudar o próximo

Fausto Lacerda
20/09/2016 às 10:10h

Hipocrisia pura, o jogo nunca parou no Brasil e do jeito que está hoje só beneficia os políticos corruptos os policiais corruptos os agentes públicos corruptos e os corruptores por tanto é balela dizer que a legalização é maléfica.

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