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Notícias de Universidades e Centros de Pesquisas

14/05/2002

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Essa é a conclusão de um estudo realizado por John W. Welte, do Instituto de Pesquisa em Adições da Universidade de Buffalo (EUA). Foram entrevistadas para a pesquisa 2.600 pessoas e verificou-se que 1% a 2% delas tinham algum tipo de compulsão por jogo. O estudo foi publicado na edição de novembro da revista Journal of Studies of Alcohol.
A pesquisa verificou que, embora na média geral a incidência de problemas com vício em jogos seja inferior a 2%, há grande diferença se forem avaliados separadamente os diferentes grupos étnicos pesquisados. A incidência é de 0,5% para brancos, 3,7% para negros e 4,2% para hispânicos. O estudo também apurou uma forte associação entre pessoas com menor poder aquisitivo e o vício no jogo. Já para o alcoolismo, não houve maior incidência em alguma classe social. Verificou-se também que, entre as pessoas dependentes do jogo, os mais ricos apresentam uma tendência maior a também ter alcoolismo, numa associação que foi menos intensa entre os mais pobres.