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Posição da Igreja sobre a legalização dos jogos

28/11/2002

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Em maio de 1998, quando o Projeto de legalização dos cassinos e jogo do bicho no País foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o então bispo de Florianópolis e atual Arcebisbo do Rio de Janeiro, dom Euzébio Oscar Scheid deu a seguinte declaração para o jornal A Notícia de Joinville. Podemos observar na declaração, que já não existe mais aquele radicalismo de antes.
Igreja
O bispo metropolitano de Florianópolis, dom Euzébio Oscar Cheid, reforçou a posição eclesiástica contrária à aprovação parcial da lei dos cassinos. “A Igreja sempre foi contra o jogo porque vê nele males que afetam diretamente o ser humano. Seja através da instabilidade que causa à família ou porque vai o jogo vai contra a dignidade do trabalho, a partir do momento em que se quer ganhar dinheiro fácil”, explicou.
De acordo com dom Euzébio Scheid, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) encaminhou na semana passada documento aos senadores sobre a questão. “Não pedimos o veto ao projeto, apenas os conscientizamos sobre os malefícios que o jogo pode trazer”, adiantou. O bispo afirma não acreditar que a liberação dos cassinos gere empregos. “Deveriam usar o capital para criar vagas e serviços. O problema do jogo é que nesses ambientes estão vinculados abusos da violência e da imoralidade”.