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Raspadinha e Euromilhões impedem crescimento de cassinos em Portugal

10/01/2019

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A Associação Portuguesa de Casinos acredita que concorrência e o mesmo rendimento disponível travam a recuperação do faturamento

Os cassinos portugueses somaram, no ano passado, 318,8 milhões de euros de receitas com a exploração do jogo de fortuna e azar (slot machines e bancados), um crescimento de 3,1%, bem longe dos crescimentos registados no início do século, de acordo com a Associação Portuguesa de Casinos. Mais concorrência e o mesmo rendimento disponível travam a recuperação.

O grupo Estoril Sol, responsável pela concessão do Estoril, Lisboa e Póvoa de Varzim, mantém o comando destacado em 2018, com um faturamento proveniente do jogo da ordem de 196,8 milhões, mas apresenta um crescimento residual de 2,4% face a 2017. Já a Solverde, que explora as salas de Espinho, Chaves e Algarve, foi a que apresentou melhor performance, gerando proveitos globais de 93,6 milhões (mais 4,8%). Todas as concessionárias viram as suas receitas aumentarem, com exceção do grupo Pestana (detém a sala do Funchal), com receitas de apenas 8,4 milhões, menos 3,1%.

Como é habitual, o setor é alavancado pela procura de slot machines. As máquinas automáticas valeram 263,9 milhões de euros nas receitas globais (mais 3,4%).

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