2015 foi um bom ano para o setor de jogos, mas 2016 pode ser melhor…

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Aquelas retrospectivas de final de ano não nos animam, pois preferimos a expectativa do futuro, mas é inegável que 2015 foi um bom ano para o setor de jogos.

Mesmo com a desconfiança dos principais players do mercado, um pequeno grupo de pessoas trabalhou para que pudéssemos chegar ao final do ano com um cenário promissor pela criação do Marco Regulatório do Jogo no Brasil.

Neste momento existe um grande otimismo no setor, mas para chegar a este resultado algumas etapas foram respeitadas e cumpridas.

Unificação do discurso

Houve unificação do discurso sobre os números dos jogos e o potencial deste mercado legalizado. O tema foi recolocado na pauta do Congresso Nacional, do Executivo e da mídia. Tivemos uma importante contribuição devido à crise econômica, que ajudou a amenizar o ambiente negativo que alguns setores da mídia usam para ‘demonizar’ o processo de legalização.

Duas comissões especiais foram criadas no Congresso Nacional para analisar o tema e construir uma proposta que atenda aos interesses do Estado, da sociedade e dos operadores.

Aprovação no Senado

No dia 16 de dezembro, a Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional do Senado Federal aprovou um substitutivo ao PLS 186/2014, de autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que permite a operação no país de cassinos (complexo integrado de lazer e on-line), bingos (presencial, on-line e videobingos), jogos eletrônicos (videojogos) e jogo do bicho. A proposta seguirá para a Câmara dos Deputados, caso não seja apresentado um requerimento para que a proposta vá ao Plenário do Senado. Regimentalmente, a Comissão Especial da Câmara dos Deputados terá até o final de abril para apresentar o relatório final.

Sem trapalhadas

A maior preocupação neste momento é que a ansiedade de alguns atores atrapalhe. Temos que ter muita calma e respeitar o timing do processo para que 2016 seja um ano melhor.

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