A receita dos jogos como alternativa de arrecadação para o governo

Blog do Editor I 12.08.20

Por: Magno José

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A legalização de todas as modalidades de jogo, além de gerar investimentos, tributos, geração de empregos e proteção do cidadão, permitirá ao Estado controlar, arrecadar e depurar esta atividade no país.

 

Os assinantes estão cansados de saber que os jogos de azar só se justificam se houver alguma contrapartida para o Estado e para a sociedade. Parece que este conceito está começando a ser entendido pelos atores políticos e pela mídia formadora de opinião, faltando convencer apenas uma pequena parte dos evangélicos.

Está cada vez mais frequente a indicação dos recursos advindos dos jogos de azar para uma boa causa.

Desta vez a indicação do jogo é financiar a criação do Ministério da Segurança Pública. Cabe destacar que o Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP já foi contemplado com recursos das loterias da União conforme previstos na lei 13.756/2018, faltando ainda os percentuais da Lotex (13%) e das apostas esportivas em meio físico (2,5%) e virtual (1%).

Estamos convencidos que o debate sobre a legalização do jogo será amplificado após o período agudo da pandemia do novo coronavírus, logo após iniciar o debate da crise econômica gerada pelo Covid-19.

Não se justifica, o Brasil ter uma grande oferta de jogos não regulados sem que o Estado arrecade. Os reguladores têm que pensar a curto, médio e longo prazo. A curto prazo seria o Jogo do Bicho, jogo online, caça-níqueis e bingos, a médio prazo seriam os cassinos urbanos e a longo prazo os resorts integrados com cassinos.

A legalização de todas as modalidades de jogo, além de gerar investimentos, tributos, geração de empregos e proteção do cidadão, permitirá ao Estado controlar, arrecadar e depurar esta atividade no país.

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