COB corta R$ 43 milhões das despesas de 2020, incluindo projetos

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Entre as ações do Comitê está a revisão dos critérios de distribuição dos recursos da Lei 13.756/18, que criou as apostas esportivas

A crise provocada pelo novo coronavírus (covid-19) também atingiu o orçamento para projetos do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), previstos para 2020. A entidade divulgou ontem (19), por meio de nota oficial, um balanço em que elencou as medidas adotadas desde o início da pandemia – proteção à saúde e suporte ao esporte – e também citou a redução de despesas administrativas e de projetos será de cerca de R$ 43 milhões este ano.

“Estamos trabalhando árdua e incessantemente para buscar alternativas que permitam que o Movimento Olímpico Brasileiro supere a crise provocada pela pandemia da melhor forma possível. Nossa preocupação é garantir a sustentabilidade de todo o sistema olímpico e também uma preparação adequada aos nossos atletas para os Jogos Olímpicos de Tóquio”, afirmou o presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira, no comunicado publicado no site da entidade.

Entre as principais ações que envolvem o setor de loterias é a garantia do orçamento dos recursos descentralizados das Loterias Caixa no valor de R$ 120 milhões para as Confederações Olímpicas, conforme orçado e divulgado; revisão dos critérios de distribuição dos recursos da Lei 13.756/18 para 2021 e produção de estudo para uso de recursos da Lei 13.756/18 destinados à atividade fim em 2020 para 2021.

Somente para lembrar, a Lei 13.756/18 foi a que criou o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) com destinação da arrecadação das loterias, sobre a promoção comercial e a criação da modalidade lotérica denominada apostas de quota fixa.

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