Estudo da FGV erra na definição do payout das loterias Caixa, LOTERJ e LEMG

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Classificamos como valioso para o processo de legalização um Estudo Técnico da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o setor de jogos e loterias no Brasil, mas entendemos que o mesmo deva estar próximo da realidade e com informações corretas. A metodologia pode ser discutível, mas informações erradas desclassificam o resultado final da pesquisa e seus pesquisadores.

Após análise das telas apresentadas pelo ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto durante a Audiência Pública da Comissão Especial do Marco Regulatório dos Jogos no Brasil da Câmara dos Deputados, encontramos um erro grave sobre as premiações praticadas pelas principais loterias do país.

O payout médio das Loterias Caixa apresentado no estudo como 33,08% não é real. Na verdade, a premiação média é de 32,74% e a partir de janeiro de 2015 passará para 32,4% com a aplicação da Lei 13.146/15.



O payout médio dos produtos da Loteria do Estado do Rio de Janeiro – LOTERJ informado no estudo da FGV é de 36%. Na verdade, a ‘Raspadinha’ trabalha com uma premiação de 57% e o ‘Rio de Prêmios’ com 42%, que corresponde a uma premiação média de 49,5%.

Já o payout médio de 60% informado para a Loteria do Estado de Minas Gerais – LEMG é somente do Keno Minas, sendo que a premiação das loterias instantâneas foi ignorado pelo estudo.

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