Rio Open no JCB pode ser remarcado para julho, com a possível presença da torcida, diz diretor

Jockey I 11.03.21

Por: Magno José

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Luiz Procópio Carvalho explica tentativa de encaixar a competição na semana seguinte ao Torneio de Wimbledon

O mês de fevereiro acabou e, desta vez, os fãs de tênis não terão o Rio Open e suas estrelas em quadra. Mas a espera pela próxima edição do torneio, o maior da América do Sul, pode não se prolongar até 2022. A organização ainda tenta realizar o evento neste ano e julho é o mês mais cotado para sediar o ATP 500, novamente no Jockey Club Brasileiro, possivelmente com poucos torcedores ainda.
Este é o plano apresentado por Luiz Procópio Carvalho, diretor da competição, em entrevista ao Estadão. A tentativa é encaixar o Rio Open na semana seguinte a Wimbledon, que termina no dia 11 de julho. O calendário comporta nesta semana três torneios, dois deles no saibro. Há ainda mais competições na terra batida, mesmo piso do Rio Open, na sequência. “Tem uma gira de competições de saibro depois de Wimbledon e poderíamos encaixar ali”, explica Lui, como é mais chamado.
Esta tentativa deve ser definida até o fim de março. Se efetivada, o desafio seguinte será decidir se o Rio Open 2021 terá presença de público, apesar dos altos números da covid-19 no Brasil. Lui se diz pouco inclinado a realizar um evento totalmente sem torcida, mas admite a preocupação com os riscos da pandemia. Oa protocolos de saúde terão de ser seguidos, a exemplo do que aconteceu na Austrália.
Foram estes riscos que impediram a realização do torneio neste mês. E também atrapalharam os planos da organização no lançamento do “Rio Open Doc – 7 Anos de Conquistas”, documentário que conta a história da competição. Sem poder lançar nos cinemas, a direção veicula a obra no Now, plataforma de streaming da operadora telefônica Claro, principal patrocinadora do torneio. Também nesta entrevista, Lui comenta sobre os prejuízos que o Rio Open sofrerá caso não consiga realizar a edição 2021. Há possibilidade de alcançar R$ 1 milhão. (Terra – Felipe Rosa Mendes)

 
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