Durante a cerimônia de premiação, o brasileiro expressou gratidão a publicação e dedicou o prêmio a toda a equipe da Zitro, “cujo talento, dedicação e comprometimento nos permitem continuar elevando o padrão em nosso setor”
Proposta veta publicidade e patrocínio de apostas esportivas no Brasil e aguarda definição de relator na CCJ após aprovação na Comissão de Ciência e Tecnologia; executivos das bets alertam para colapso financeiro no futebol caso medida seja aprovada
Proposta aprovada cria Sistema Único de Segurança Pública na Constituição e define 30% da arrecadação de bets como fonte de financiamento dos fundos estaduais e federais, que "contarão com mais orçamento para isso, com recursos provenientes das Bets", comentou o presidente
Debate reuniu executivos de BetMGM, Galera Bet, KTO Group, Betano e Entain/Sportingbet no segundo dia do SBC Summit Rio para discutir desafios após 1 ano de regulamentação. Empresas licenciadas projetam consolidação do setor nos próximos 12 meses
Painel no SBC Summit Rio reúne presidente da Loterj, diretora do Lema Group e diretor da Lotese para debater obstáculos e possibilidades dos terminais. Dirigentes destacaram que o setor precisa de estrutura integrada com sistema central para garantir controle e rastreabilidade em tempo real
Em participação no SBC Summit Rio, Hugo Baungartner destacou efeitos da incerteza para investidores e fornecedores, além de reforçar importância da ampliação do conhecimento sobre setor
Este artigo concentra‑se na exposição dos riscos operacionais que podem afetar diretamente a consistência da receita, a confiança dos jogadores e a continuidade das licenças de operação
Durante o debate, a advogada e Diretora de Assuntos Institucionais da BetBoom, Laura Morganti, destacou que o novo marco regulatório brasileiro representa um avanço institucional
Artigo do advogado Yuri Laszlo Broggio defende que mercados preditivos não são apostas esportivas, tampouco derivativos financeiros tradicionais. São um fenômeno híbrido, que exige resposta regulatória própria. A omissão regulatória é indesejável, mas a escolha do regulador errado pode ser ainda pior