Legalização dos jogos de azar anima setor de corridas de cavalo no Brasil

Jockey I 03.03.22

Por: Magno José

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Corridas nos 4 principais hipódromos do país entre esta quinta-feira até a próxima terça-feira
A ampliação das modalidades de apostas é uma antiga reivindicação dos jockeys que reclamam que o turfe sofre a concorrência de outros tipos de jogos, como os sites internacionais de futebol

As corridas de cavalo ainda são um dos poucos jogos permitidos no Brasil. Os jokeys clubs estão animados com a possibilidade de outros tipos de jogos de azar no país, incluindo cassinos, bingos e o Jogo do bicho. O projeto de lei foi aprovado pela Câmara na semana passada e ainda precisa passar pelo Senado.

A maior parte das sociedades de turfe no país vive deficitária e os jockeys clubs atravessam período de decadência. A aprovação da lei permitiria aos clubes combinarem o espaço das corridas com outros tipos de apostas, como bingos eletrônicos, loterias e as chamadas corridas instantâneas (instant racing), nas quais o jogador aposta em corridas gravadas, selecionadas aleatoriamente pelo computador.

A ampliação das modalidades de apostas é uma antiga reivindicação dos jockeys que reclamam que o turfe sofre a concorrência de outros tipos de jogos, como os sites internacionais de futebol. O deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) é um dos que advoga pela ampliação das apostas no país.

“Todos os anos milhares de brasileiros viajam para destinos onde o jogo é legalizado. O nosso vizinho Uruguai, por exemplo, permite as apostas em belíssimos cassinos. Estamos exportando turismo há décadas. Chegou a hora de encarar esse debate com maturidade e responsabilidade”, disse. (Coluna Radar Online – Lucas Vettorazzo – Veja.com)

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