De acordo com o substitutivo, os recursos dos tributos arrecadados na exploração de jogos de azar serão destinados para a seguridade social (93%), para o Fundo Penitenciário Nacional (3%), para a Polícia Federal (2%) e para o Fundo Nacional de Cultura (2%)
Proposta, que legaliza cassinos, bingo, jogo do bicho e apostas eletrônicas, determina ainda que os recursos arrecadados na exploração de jogos de azar serão destinados à Seguridade Social (95%), ao Fundo Penitenciário Nacional (3%) e ao Departamento de Polícia Federal (2%)
Para Magno José, presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal (IJBL), entidade que defende a regularização dos jogos no país considera que a legalização dos jogos trará vantagens para a população que apresenta problemas em relação a essa atividade.
Hermano Tavares, psiquiatra e professor do departamento de psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), lembra que o número de jogadores que buscavam tratamento era três vezes maior na época que os bingos eram legalizados