Evento contará com o Painel ‘BgC Briefing: Brasil – O caminho para a regulamentação’ com o objetivo de expor e debater algumas das conclusões do II Brazilian Gaming Congress, realizado nos dias 11 e 12 de maio, em Brasília
A lavagem de dinheiro é a grande preocupação com a legalização de jogos no Brasil. Por essa razão, o Ministério Público é contra a legalização de cassinos, casas de bingo e jogo do bicho. Proposta em tramitação no Senado prevê a identificação de todos os jogadores em bingos e cassinos. Pelo texto, a casa de jogos também fica obrigada a informar as autoridades sempre que alguém ganhar mais de R$ 10 mil. Outro desafio é regulamentar o jogo on-line. Segundo estimativas, as apostas na Internet movimentam hoje algo em torno de R$ 3 bilhões, que contam com 10 milhões brasileiros. Ouça, agora, o último capítulo.
A legalização dos jogos no Brasil poderá movimentar cerca de R$ 55 bilhões e arrecadar 16 bilhões por ano para os cofres públicos. Esta é, pelo menos, a estimativa de entidades que defendem a proposta. Mas muitos colocam em dúvida o potencial econômico do setor. Hoje, os lotéricos arrecadam R$ 15 bilhões e quase metade vai para o governo. Segundo o deputado Luiz Carlos Hauly, do PSDB do Paraná, que é economista, a arrecadação com os novos jogos não vai atingir metade deste valor. A legalização dos jogos no Brasil é o tema da reportagem especial desta semana. Confira, agora, o quarto capítulo.
Estima-se que o jogo do bicho, mesmo clandestino, empregue meio milhão de pessoas e movimente R$ 12 bilhões por ano. Há quem defenda a legalização como forma de combater a propina e a corrupção policial. Mas a proposta preocupa o Ministério Público, porque pode favorecer a lavagem de dinheiro. A procuradoria defende que esse mercado continue na clandestinidade e seja atacado pelo Estado para ser reduzido. A legalização dos jogos no Brasil é o tema da reportagem especial desta semana. Confira, agora, o terceiro capítulo.