Autoexclusão, boa-fé e o limite da proteção: quando o jogo responsável não pode virar seguro contra perdas
Artigo do advogado Rodrigo Gonçalves destaca que a boa-fé objetiva veda comportamentos contraditórios, e o direito não pode amparar aquele que busca se beneficiar de sua própria torpeza ou incoerência
