Audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado será contrária a legalização dos jogos

A audiência pública aprovada nesta terça-feira (7) pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado para debater para debater sobre os jogos de azar no Brasil será contrária a legalização. Segundo o Requerimento do deputado Capitão Augusto (PL-SP), o objetivo da audiência é aprofundar a discussão sobre “a situação dos jogos de azar no Brasil envolve questões sensíveis que compõem matérias de competência desta Comissão e que demandam o aprofundamento do debate, para que tenhamos condições de avaliar, com clareza, todas as variáveis envolvidas e, assim, contribuir, com propriedade, na atividade legislativa deste parlamento sobre o tema”.
A relação dos convidados para a audiência pública só contrários a legalização dos jogos como o economista pela Universidade de Illinois, Ricardo Costa Gazel que defende a tese equivocada do professor Earl Grinols no livro ‘Gambling in America: Costs and benefits’, que para cada dólar arrecadado com os jogos, três são gastos com problemas sociais. Esta teoria é uma bobagem e desonesta, pois não há evidência sobre a regra 3:1.
Os psiquiatras da USP, Hermano Tavares e o diretor da Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, Antônio Geraldo da Silva, além dos procuradores da República Peterson de Paula Pereira e José Augusto Vagos.
Também serão convidados representante da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil – ANFIP e o Coordenador de Repressão à Lavagem de Dinheiro da Polícia Federal Isalino Antônio Giacomet Jr.
Para a audiência fosse apenas para os contrários, o Deputado Bacelar apresentou requerimento para que a audiência pública seja realizada em conjunto com a Comissão de Turismo, tendo em vista que o assunto vem sendo discutido também em seu âmbito.
Bacelar solicitou que sejam convidados os seguintes debatedores: os advogados Daniel Homem de Carvalho e Regis de Oliveira, o especialista e gestor de turismo e hotelaria, Bruno Omori e o presidente do IJL, Magnho José.


