Casas de apostas temem enxurrada de ações por jogadores no Brasil

Apostas I 27.07.26

Por: Magno José

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Atletas como Ricardo Bueno e Guilherme Marques já obtiveram liminares contra plataformas por exploração comercial sem consentimento

Casas de apostas esportivas que operam no Brasil temem uma enxurrada de ações judiciais movidas por jogadores de futebol. Liminares já obtidas por atletas como Ricardo Bueno, Guilherme Marques, Gabriel Barros e Gustavo Vilar atingem plataformas como Betano, Bet365, Verabet e Cassino Bet, proibindo a oferta de mercados vinculados ao desempenho individual dos jogadores.

A apreensão do setor, segundo a Coluna Guilherme Amado no AmadoMundo, é que essas decisões virem jurisprudência e fechem o segmento de apostas individuais. Os mercados proibidos incluem itens como número de gols, cartões e faltas.

A tese que sustenta as ações foi desenvolvida pelo advogado Marcelo Robalinho. Ele argumenta que a prática explora a imagem do atleta como produto comercial sem consentimento e ainda expõe os profissionais a cobranças e ameaças de apostadores frustrados nas redes sociais.

Descumprimento das ordens e próximos passos

O problema ganhou uma camada adicional; as operadoras não cumpriram as ordens de remoção dos nomes dos sites. A resistência segue orientações das matrizes internacionais das plataformas.

Por isso, a defesa dos atletas articula a aplicação de multas diárias pelo descumprimento e estuda pedir o bloqueio do acesso às plataformas no país.

 

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