Compulsão pelo jogo exige tratamento.
Se tivesse desistido da recuperação na primeira recaída, a ex-jogadora compulsiva A. não estaria feliz da vida e crente que desta vez, a 12ª, é para valer e que nunca mais fará parte de uma rodada de bingo. Como explicam membros do Grupo de Jogadores Anônimos (J.A.), recair não faz parte do tratamento, mas da doença. ‘‘A compulsão pelo jogo é mais forte do que você. E é preciso ser muito persistente para vencer. Só quando há a consciência de...
