Artigo do presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), Plínio Lemos Jorge veiculado pela Coluna Opinião Espaço Aberto do Estadão registra que a condenação do mercado de apostas como um todo tem o poder de colocar no mesmo patamar as casas que respeitam as regras e aquelas que não obedecem a nenhuma
A verdadeira questão é que, ao permitir que os indivíduos tomem suas próprias decisões, promovemos um ambiente onde a responsabilidade pessoal é a norma, e não uma exceção. A liberdade de apostar não deve ser vista como uma ameaça, mas como um direito que deve ser respeitado e defendido
Gostemos ou não, os jogos e apostas como entretenimento existem desde os tempos imemoriais, e é preciso assegurar que esse tipo de entretenimento seja legítimo e não atividade criminosa. Por isso, não parece adequado defender o regresso a um sistema de proibição total, ou uma política de paternalismo excessivo
Artigo do jornalista Fernando Mello veiculado pelo Poder 360 registra que mesmo com a regulamentação, entidades e associações questionam os impactos das bets na economia e que as empresas devem apresentar um trabalho onde a responsabilidade seja regra, não uma exceção