Em entrevista ao O Globo, Guilherme Arantes defende a legalização dos cassinos

Guilherme Arantes comemorou 70 anos de idade. Cantor, pianista e compositor de “Cheia de charme”, “Meu mundo e nada mais”, “Pedacinhos” e tantas outras músicas que dominaram rádios e trilhas de novelas nos anos 1970 e 80, Arantes faz um retiro na Espanha antes de voltar ao Brasil para cumprir uma sempre ocupada agenda de shows, que contemplam o espetáculo de seu mais recente álbum de inéditas, “A desordem dos templários” (2021).
Em entrevista ao O Globo, o cantor destacou a importância da legalização dos cassinos para a música brasileira e que estes equipamentos turísticos fazem diferença nos Estados Unidos.
O que ainda falta para você, aos 70 anos?
O que eu gostaria mesmo é de me transformar num Andrew Lloyd Webber brasileiro, num compositor de musicais. E também num compositor de óperas e de sinfonias, gostaria de pegar um serviço musical grande. Estou mais velho e hoje eu tenho mais condições de fazer isso. Acho que eu poderia ser convidado para fazer uma trilha de cinema, esses são os meus sonhos para a maturidade. O problema é que o Brasil é limitado nas possibilidades. O país tinha que ter cassinos, uma coisa bem controlada, porque isso seria uma bênção para a música brasileira, para as diversas gerações de cantores. Isso faz a diferença nos Estados Unidos.


