JCB anuncia mudanças nas apostas, na parte técnica e social; confira

Jockey I 07.10.21

Por: Magno José

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O objetivo central é de aumentar a frequência do cidadão carioca a um autêntico centro de entretenimento, bem próximo das pistas

O Jockey Club Brasileiro, um dos clubes hípicos mais importantes da América Latina, anunciou ontem, através do seu diretor-secretário, Marcelo Beloch, projeto audacioso com algumas significativas alterações na logística operacional do sistema das apostas, no aspecto técnico nas transmissões das corridas, com introdução de tecnologia de ponta, importada, e, também no aspecto social, com a revitalização do Hipódromo da Gávea, para atrair a população da cidade do Rio de Janeiro. O objetivo central é de aumentar a frequência do cidadão carioca a um autêntico centro de entretenimento, bem próximo das pistas.

A primeira modificação, com relação as apostas, acontecerá, a partir de domingo, dia 17 de outubro, data da disputa do Grande Prêmio Lineu de Paula Machado. Deste dia, em diante, sempre aos domingos, o turfista carioca terá os oito primeiros páreos, no modelo habitual de apostas, e com as modalidades já conhecidas, Pick 3, Pick 7, Super Betting 4, e as quadrifetas com garantia. Nos quatro últimos páreos, acontecerá a virada. As apostas serão baseadas no modelo americano, com uma Pedra de Apostas mais forte, e, segundo Beloch, com um movimento de jogo, por páreo, bem superior, ou seja, de U$ 10 mil, para U$ 30 mil ou U$ 40 mil. O cardápio americano tem o jogo de Vencedor e Placê, e também o Show, o placê até terceiro, e a Daily Double, que é espécie de acumulada com dois cavalos, de um páreo para o outro.

Com relação as transmissões dos páreos, o diretor-secretário anunciou a importação de tecnologia de ponta, capaz de tirar o Jockey Club dos anos 90, e trazê-lo para os dias atuais. O objetivo principal é municiar os apostadores de maiores informações. Os caracteres, durante as transmissões, demonstrarão eletronicamente, os parciais de tempo, no intervalo a cada 200 metros de corrida, na tela, como acontece nas corridas americanas. Para isso será colocado nas mantas dos puros-sangues, um dispositivo, espécie de aparelho, do tamanho de um celular pequeno, capaz de aferir os parciais, dos cavalos participantes de cada competição.

Outra preocupação da diretoria do JCB é a integração da sociedade carioca com a atividade turfística. Para isso será feito um projeto de revitalização das dependências do prado, com vida social mais ativa, mesmo nos dias em que não houver corridas. Já está montada uma grande tenda, chamada de Club House, com infraestrutura de bares, restaurantes, e a colocação de Telões, para facilitar a visão das corridas e integrar as pessoas com o espetáculo das pistas.

“O nosso objetivo é transformar o nosso hipódromo num centro de entretenimento, com boa gastronomia, diversão para crianças, jovens, enfim integração entre a sociedade e a atividade turfística. Por isso, tudo vai acontecer do lado da raia, onde se realizam as corridas. A ideia é rejuvenescer o público do esporte, e integrar a cidade ao turfe. Os telões também transmitirão jogos de futebol, e de outros esportes, além das corridas, é claro”, explicou. (Raia Leve – Páreo Corrido, por Paulo Gama)

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