Meeker adverte: hipódromos devem se preocupar com turfe, não com caça-níqueis.

Jockey I 21.12.04

Por: sync

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A advertência é de um dos nomes que mais conhece turfe e apostas nos Estados Unidos. Tom Meeker, executivo-chefe da Churchill Downs Inc., que é proprietária ou administra sete hipódromos nos Estados Unidos, entre eles Churchill Downs e Hollywood Park, disse ontem no “Racing and Gaming Summit” que está sendo realizado em Tucson, no Arizona, que a simples expansão do jogo não vai resolver os problemas da indústria do turfe, muito menos a oferta de outros tipos de jogos que não sejam as corridas de cavalos, como as slot-machines e as máquinas de corridas virtuais. “A indústria do turfe faz parte do agronegócio e os dirigentes do turfe não podem cair nos encantos de políticos que querem expandir o jogo apenas para arrecadar mais impostos para seus governos municipais e estaduais. As corridas estão sendo encaradas como uma panacéia para resolver o problema dos déficits públicos e se essa situação continuar, quem vai perder com isso serão as corridas de cavalos”, disse Meeker.
No evento que foi organizado pela Universidade do Arizona, que mantém um curso específico para o gerenciamento de hipódromos, haras e studs, Meeker foi ainda mais incisivo: “Precisamos que o dinheiro dos hipódromos seja reinvestido nas corridas que é o nosso negócio, não em outros jogos”, admitiu. E o fato de Fair Grounds, hipódromo que passou à propriedade de Churchill Downs este ano, e Calder, a partir do próximo ano, trabalharem com jogo virtual e slots-machines, Meeker disse que são casos específicos, em que localmente se aproveitou o fato de esses hipódromos estarem localizados em regiões em que os cassinos são tradicionais. Mas, argumentou, “não é esse nosso negócio principal e isso deve ficar bem claro para todos.”BRTurfe

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