O nome de Ciro Nogueira para presidir a CAIXA

Blog do Editor I 21.02.22

Por: Magno José

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Paulo Henrique Ângelo ganhou destaque político com os pagamentos do Auxílio Emergencial

Caso Pedro Guimarães assuma o Ministério da Cidadania, conforme avalia o Planalto, o centrão já tem um nome para substitui-lo na Presidência da Caixa: Paulo Henrique Angelo Souza. Ele é vice-presidente de Rede de Varejo do banco. Ocupa cargos de Vice-Presidência desde 2016.

Paulo Henrique, como é conhecido na Caixa, diz a pessoas próximas contar com apoio de Ciro Nogueira. A interlocutores, o ministro da Casa Civil assegura que emplacará Paulo Henrique assim que Pedro Guimarães deixar a Caixa. As conversas pressupõem que Guimarães sairá do cargo – e que não terá como destino a vaga de vice na chapa de Bolsonaro.

O VP de Rede de Varejo tem 41 anos e ganhou protagonismo na Caixa durante a pandemia, em razão do Auxílio Emergencial. É funcionário de carreira da Caixa há 22 anos. (O Bastidor – Diego Escosteguy)

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A irritação de Pedro Guimarães

Em reunião com a cúpula da Caixa na última quinta-feira (17), Pedro Guimarães elevou o tom com seus subordinados. Disse não querer mais articulações paralelas para sucedê-lo no comando do banco – nem conversas sobre isso.

Como o Bastidor informou, Ciro Nogueira e o centrão trabalham para emplacar Paulo Henrique Angelo, vice-presidente de Rede, no lugar de Pedro Guimarães – caso este deixe, de fato, o cargo, como avalia o Planalto.

O presidente da Caixa foi enfático. Afirmou ter escolhido como seu sucessor Celso Leonardo Barbosa, vice-presidente de Atacado. Celso não é funcionário de carreira do banco. Chegou à Caixa para ser assessor de Pedro Guimarães. Em seguida, tornou-se VP.

“Já falei sobre isso com o presidente da República”, disse, peremptoriamente, Pedro Guimarães. Deu a entender aos presentes, portanto, que seu sucessor já está definido. (O Bastidor – Diego Escosteguy)

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O sucessor que Pedro Guimarães quer no comando da Caixa 

Pedro Guimarães trabalha para fazer Celso Barbosa, atual vice-presidente de Negócios de Atacado da Caixa, seu sucessor na presidência do banco caso seja convidado por Jair Bolsonaro a assumir uma nova missão em março.

O presidente da Caixa tem dito que não será candidato a nenhum cargo no Congresso, mas se coloca à disposição para ser vice ou assumir um ministério, como, por exemplo, o da Cidadania, que precisará de um ministro após João Roma se desincompatibilizar para disputar as eleições.

Em reunião com seus executivos na semana passada, Guimarães disse atuar para evitar que caciques do Centrão, como Ciro Nogueira e o Arthur Lira, façam indicações para o comando da Caixa. (Lauro Jardim – O Globo)

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