Presidente da Caixa destaca a importância da rede lotérica

Lotérica I 14.03.22

Por: Elaine Silva

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“As lotéricas são fundamentais”, defende o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, é enfático ao afirmar que o banco “tem um papel decisivo nas ações do governo e de crédito” no país. De acordo com ele, a gestão atual conseguiu reposicionar a instituição financeira, avançando no acesso ao crédito da população e do setor produtivo, além de se consolidar como um braço social importante do governo Bolsonaro.

Durante a entrevista ao jornal baiano A Tarde, Guimarães destaca que as lotéricas são fundamentais para o banco, comenta sobre a possível transferência para o Ministério do Desenvolvimento Regional com a saída de Rogério Marinho e registra a importância das loterias: “somos o banco responsável pelas loterias, e realizamos toda a gestão do FGTS, e mais recentemente, há um ano, do DPVAT. Ou seja, a Caixa tem participação decisiva em uma série de ações no governo e como banco comercial”.

A Caixa também está à frente das lotéricas, inclusive receberam uma certificação ISO 27001, avançando nos padrões de controle e de segurança. Como o senhor vê esse resultado e como o senhor vê também a discussão para a chegada e a permissão dos cassinos no Brasil?

As lotéricas são fundamentais. Nós temos 13.300 lotéricas pelo Brasil, são 70 mil pessoas, a Caixa tem 250 mil pessoas trabalhando entre empregados que são 87 mil, lotéricos que são 70 mil, correspondentes exclusivos ao redor de 40 mil, terceirizados ao redor de 40 mil. Então são ¼ de milhão de pessoas trabalhando na família Caixa Econômica Federal. As loterias são fundamentais porque elas recebem mais da metade dos pagamentos da Caixa. Além dos jogos. Então as lotéricas têm essa questão importante, inclusive ajudando nos pagamentos sociais, como do Auxílio Brasil, e quando houve o auxílio emergencial. Do ponto de vista de jogos, o que nós vemos é uma amplitude, nós temos oportunidades, essas 3.300 lotéricas nós vemos como um potencial de geração de negócios seguros. A parte, por exemplo, de título de capitalização… E no próprio microcrédito. Nós vemos as lotéricas como um braço da Caixa, em especial nas menores cidades, e que a gente pode, vamos conversar ainda, nessa questão do microcrédito.

A especulação que se tem hoje é que o senhor está deixando a Caixa nos próximos dias para substituir o ministro Rogério Marinho na pasta de Desenvolvimento Regional. Como está esse processo de acomodação interna dentro do governo?

Meu foco é Caixa Econômica Federal. Então a Caixa tem um papel decisivo para o Brasil. Como nós mesmos falamos, um papel fundamental nos pagamentos sociais, nas operações de crédito de microempresas, o crédito imobiliário e crédito agrícola. Então o foco é na Caixa Econômica Federal, que é um desafio histórico, eu tenho um enorme orgulho dessa empresa maravilhosa que faz a diferença na vida da população e que tem, de novo, ¼ de milhão de pessoas. Nenhuma empresa no Brasil, na América Latina e no hemisfério sul tem 250 mil pessoas trabalhando no seu universo. Então eu tenho um orgulho enorme, a gente está fazendo história e é isso que me motiva.

Nota do editor: o texto foi atualizado às 20h38m.

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