Simão Brayer: Brasil perde seu ícone em loteria e apostas

Blog do Editor I 31.07.15

Por: sync

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O Brasil perdeu no último domingo (26) o maior ícone do país em loterias e apostas com o falecimento de Simão Brayer, aos 89 anos de idade. Autor de dois livros sobre loterias "O show tem que continuar" e "Palpite Feliz", Simão continuou trabalhando e muito até recentemente.

Em várias oportunidades, bebemos do saber deste ‘decano’ e fundador da Racimec, que foi a primeira empresa a operar e processar loterias no Brasil. É impossível falar sobre sistema e loterias no Brasil sem falar do ‘experiente’ mineiro de Belo Horizonte, que chama a todos de ‘baiano’.

Em um destes encontros, quando gravei o depoimento de Simão Brayer para o livro “Senhores da Sorte”, fiquei muito impressionado em ver como a história das loterias no Brasil está vinculada ao ex-presidente da Racimec. O empresário, que foi responsável pela criação da Loteria Esportiva e outras modalidades, pela implantação do primeiro sistema de operação das Loterias Caixa, entre outras contribuições para o setor, contou as curiosidades, bastidores e histórias maravilhosas sobre o mercado lotérico brasileiro.

Com exceção da Loteria Federal, Timemania e Lotofácil, todos os outros produtos lotéricos comercializados pela Caixa Econômica Federal foram criados pelo empresário. Sabedor da importância dos recursos humanos, Simão foi carinhoso e elogiou os funcionários da Caixa em todas as oportunidades.

As loterias no Brasil devem muito ao empreendedorismo deste octogenário, que sentenciou: “Continuo com a mesma curiosidade e a mesma inquietude que tinha aos 12 anos de idade, não mudou nada. Eu ainda quero fazer uns negócios…”

Vida eterna para o Simão!!!

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