Evento educativo foi realizado na sede da empresa, em São Paulo e contou com a participação do presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), Plínio Jorge e do advogado Ricardo de Paula Feijó e Roberto Regianini (EVP) da Reals
A ANJL destaca que não há relação direta entre o hábito de jogar de duas a três vezes por semana e a desistência no ingresso ou na continuidade de um curso de Ensino Superior, como sugerem a pesquisa e a reportagem.
Nesta quinta-feira (3), às 10h30m, o Anfiteatro 8, será realizado o painel ‘Jogos e Apostas Online: Desafios Regulatórios’, com a participação do advogado e presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias – ANJL, Plínio Jorge e do advogado e consultor da ANJL, Pietro Lorenzoni; confira a programação
Segundo a ANJL, o vídeo da postagem é ofensivo e tem um tom de desinformação ao não diferenciar as empresas de apostas autorizadas e fiscalizadas pelo Ministério da Fazenda dos sites de apostas ilegais, que representam uma grave ameaça à arrecadação pública, desviando bilhões de reais que deveriam ir para os cofres públicos
O relatório mostra também que experiência internacional, inclusive em países com marcos regulatórios consolidados, demonstra que mudanças abruptas e sem análise prévia podem comprometer a competitividade do setor legalizado e ampliar o espaço de atuação de plataformas não licenciadas
Documento revela que elevar tributos sobre apostas online de 12% para 18% geraria arrecadação adicional de R$ 2,2 bilhões por ano para o governo federal, enquanto o combate ao mercado ilegal geraria uma arrecadação de R$ 6,5 e R$ 7 bilhões mensais; documento elenca os riscos do aumento da tributação e sugere alternativas