Tiro ao Pato…O Eixo do Mal do Jogo
Todos eles concordaram em apoiar um ao outro em nível internacional e em manter uma linha política populista e de falsa esquerda, para tentar, por bem ou por mal, atrair os cidadãos de seus respectivos países. Suas formas de atuar se assemelham às dos reis ou chefes tribais, que não admitem opiniões contra. Curiosamente, alguns desses políticos coincidem, também, por serem golpistas que tentaram tomar o poder em seus países por meio de pronunciamentos armados. Isto é, para eles a palavra DEMOCRACIA não tem o menor sentido.
Venezuela
O último exemplo nos deu o inefável Hugo Chávez, que ameaçou uma guerra civil na Venezuela, caso perdesse as eleições. Incrível!!! Chávez, que dirige desde 1998 um país de 30 milhões de habitantes, tentou, em 1992, junto de outros militares, um golpe de Estado contra o, então, presidente eleito Carlos Andrés Pérez, que foi abortado e por ele foi preso por dois anos. Em quanto que a indústria dos jogos tem se destacado pelo "hoje sim, amanhã não", fechando ou abrindo cassinos, bingo ou salas de slots, com base no nepotismo ou humor com que amanheceu esse dia. Tudo um absurdo!
Equador
Outro bom representante da manipulação da cidadania é Rafael Correa que governa desde 2006 os 15 milhões de habitantes, que estão no Equador. Este personagem "sacou da manga", em maio 2011, um falso referendo que levantou 10 perguntas para as 11.158.419 pessoas com direito ao voto. A sétima questão destinada ao nosso setor dizia textualmente: Você concorda que no país sejam proibidas as empresas de jogos de azar, tais como os cassinos e salas de jogos? Depois de uma opressiva campanha do governo, que apenas se permitiu expressar à oposição, citando os "problemas" que, segundo ele e seu partido, tinham o jogo, o resultado não poderia ser outro: cassinos, bingos, salas de jogos, … tiveram que fechar as portas e milhares de trabalhadores foram para rua. Nós nos perguntamos o seguinte: O que teria acontecido se ele tivesse perguntado a seu povo sbore a abolição de todos os impostos? Esta manipulação de Correia está no mesmo nível das que utilizaram ditadores como Stalin ou Hitler.
Bolívia
Na Bolívia, nos encontramos com o antigo líder cocaleiro Evo Morales, que desde 2006 rege o destino de 11 milhões de cidadãos. Ele se apresentou na eleição defendendo os indígenas bolivianos, que representam a maioria da população, colhendo, assim, grandes expectativas. Hoje as forças anti-motim dissolvem, praticamente, a cada dia, com uma violência sem precedentes, as manifestações dos Índios contra a política econômica e social do regime. Com relação à nossa indústria, o governo paralisa constantemente qualquer iniciativa de regularizar o jogo, iniciativa que acabaria com o elevado número de locais clandestinos, que não proporcionam nenhuma segurança aos jogadores, e não entram com uma só contribuição para os cofres públicos, por meio de impostos. Em um país tão atrasado economicamente como a Bolívia, a redistribuição de riqueza através de impostos do jogo legal, resolveria uma multidão de problemas sociais, como a falta de hospitais, escolas, estradas, …
Cuba
Outro membro do Eixo do Mal do jogo, na América Latina, é o militar Raul Castro, que dirige com "mão de ferro" o destino de onze milhões de cubanos, desde 2008, depois de herdar o cargo de seu irmão Fidel. Ambos personagens foram os líderes que se destacaram pelo golpe de estado de 1956, por terem derrubado o ditador Fulgencio Batista. Mas trocou-se um ditador pelo outro. Quanto ao jogo, não só estão proibidos, mas qualquer atividade relacionada é punida com prisão severa. Evidentemente, para que falar de pleitear, ao regime, a possibilidade de que se estude a legalização dessa atividade? Em Cuba, ocorre como no resto das nações submetidas ao comunismo, ao islamismo ou às carriças, onde o jogo é a representação de todo os males sociais. As palavras de LIBERDADE e de DEMOCRACIA ou não existem em seu vocabulário ou são manipuladas a favor de seus próprios interesses.
Brasil
Não se esqueça de incluir neste pequeno grupo de inimigos do jogo a atual presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, que ganhou, em 2010, no segundo turno do opositor José Serra, com apenas 56% dos votos contados. Membro do Partido do Trabalhador, uma formação política de esquerda, é fiel à tese de não querer ouvir falar sobre qualquer possibilidade de regular e legalizar o jogo, em um país que conta com quase 200 milhões de habitantes. O motivo? Sempre o mesmo de não ter nenhuma resposta, o de não sabe, não contesta. Entretanto e muito curiosamente, o jogo ilegal funciona em todo o País sem nenhum problema. Pouco depois de proibir o jogo, proliferaram pelo Brasil centenas de cassinos clandestinos, com base no suborno a policiais e políticos corruptos de nível municipal e regional. Durante algum tempo deu-se o fechamento dos locais que, até então, eram legais, e foi “permitido” o funcionamento dos clandestinos. E não deixemos de lado o famoso jogo do “bicho”, uma espécie de loto popular, que são vendidos nas ruas do país e que, obviamente, é totalmente ilegal. Combater os fabricantes e vendedores do “bicho” é altamente difícil para as autoridades governamentais já que os habituais e constantes casos de corrupção se unem a favor das pessoas que confiam neste jogo e dos que dizem ser o maior promotor do Carnaval do Brasil e do funcionamento do Sambódromo.
Os cinco personagens que compõem a indústria do jogo da América Latina é o Eixo do Mal, que esperamos que sejam evacuados do poder o mais depressa possível. (Casinos de Latinoamérica – nº 51)

