Bacelar comemora aprovação de projeto que libera jogos de apostas

O Deputado Federal Bacelar (PV/BA), coordenador da Frente Parlamentar em defesa dos Jogos, celebrou a aprovação do projeto que libera todas as modalidades de apostas no Brasil. A proposta foi analisada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado na última quarta-feira (19).
O deputado, que representa a Bahia e tem se destacado por defender a modernização e a desburocratização da economia brasileira, ressaltou que a legalização dos jogos é uma demanda antiga e que, com a aprovação no Senado, o Brasil se alinha às melhores práticas internacionais.
“Este é um passo significativo para o Brasil. A legalização dos jogos de apostas não só trará mais transparência e segurança para os jogadores, como também gerará uma nova fonte de receita para o governo, potencializando a arrecadação e possibilitando investimentos em áreas prioritárias como saúde, educação e segurança”, afirmou Bacelar.
O parlamentar afirma ainda que a regulamentação de bingos, cassinos e jogo do bicho, vai incentivar o aumento da arrecadação, da formalização de postos de trabalho e no impulsionamento do setor de turismo.
“O jogo do bicho foi criado em 1892, no Rio de Janeiro, pelo Barão João Batista Viana Drummond como uma atração para os visitantes de seu Jardim Zoológico. Diversos países já regulamentaram os jogos de apostas e colhem os benefícios dessa decisão. Chegou a hora de o Brasil fazer o mesmo, garantindo que essa atividade contribua de forma positiva para nossa economia e sociedade,” afirmou.
Outro ponto defendido por Bacelar é que, a indústria dos jogos de apostas é uma grande geradora de empregos diretos e indiretos. Desde os trabalhadores dos estabelecimentos até os profissionais da tecnologia e do turismo. “Estamos em um momento favorável. Vamos reduzir o desemprego, aumentar a arrecadação e gerar desenvolvimento. Todos se beneficiam com o jogo legal”, comemorou.
Bacelar destaca que o projeto em tramitação no Senado necessita de alterações e ajustes. Isso porque ele restringe a operação de cassinos em resorts e as licenças do jogo do bicho e não incluiu as slots, mais conhecidas como máquinas de caça-níqueis.
Para ele, a exclusão dessas modalidades do texto atrapalha o poder de arrecadação já que, atualmente, existem mais de 600 mil máquinas de caça-níqueis espalhadas pelo país e que poderiam aumentar a arrecadação em R$ 3 bilhões todos os anos. Além disso, se o governo cobrasse uma outorga de R$ 1,5 mil por equipamento, geraria uma arrecadação de cerca de R$ 1 bilhão.
“Caso não sejam incluídas no projeto de legalização, não deixarão de existir porque existe demanda e, com a criminalização, migrarão da contravenção para estruturas verdadeiramente criminosas como as facções prisionais. Temos obrigação de reconhecer o jogo como uma atividade econômica e que existe um ‘fato social’ que deve ser enfrentado. Quem quiser jogar, e não puder fazê-lo de acordo com a lei, irá buscá-lo no mercado paralelo. Haverá sempre um empreendedor para dar à sociedade o que a sociedade desejar” finalizou Bacelar.


