O defensor público Carlos Eduardo Freitas e o assessor jurídico Francisco de Paula, coautores do livro lançado hoje (23), defendem a urgente regulamentação dos jogos de azar no país. Para o defensor, a criminalização dos jogos de azar não é a melhor saída, já que a regulamentação alimentaria uma rede de empregos e de lucratividade para o Estado
Artigo veiculado na editoria Fumus Boni Iuris do Globo Online destaca que o jogo do bicho, que emprega 70 mil pessoas no Rio de Janeiro, segue à margem de qualquer proteção legal, e a tese da ilicitude do contrato de trabalho desses trabalhadores soa cada vez menos justificável
Influenciador Bruno Alexssander Souza Silva, o Buzeira, é alvo de inquérito da Polícia Civil de São Paulo por suposta exploração de jogos de azar; o Estadão entrou em contato com a defesa do jovem de 28 anos, mas o advogado não quis se manifestar
A intenção era que a autoridade fechasse a banca de jogo do bicho de seu concorrente. O episódio ocorreu na tarde de terça-feira (5) na 26ª Delegacia Regional de Polícia no município de Campos Novos (SC)