Corrida de hoje no Hipódromo da Gávea começa nesta segunda-feira às 17 horas

Numa semana de vacas magras no turfe carioca, sem provas do calendário clássico no domingo, a reunião de hoje, segunda-feira, pode salvar a pátria no Hipódromo da Gávea. Não foi possível formar as habituais três reuniões da semana. Portanto, é hoje só. Amanhã não tem mais. A programação desta tarde, com a largada do primeiro páreo, às 17 horas, tem nível técnico satisfatório, com alguns favoritos, mas, na maioria dos páreos, os campos são equilibrados. Bem Feito, defensor do Stud Família Passarinho, volta muito preparado por Luiz Felipe Fernandes, e pode ganhar a prova de abertura do Pick 3 inicial. No segundo páreo, vale a pena combinar Panser, First Wenzel e o estreante Olympic Laos.
O apostador deve ficar atento com as montarias de Bruno Queiroz. O piloto está numa disputa acirrada pelo topo da estatística com Leandro Henrique. O rival está suspenso hoje. Portanto, ele vai tentar aproveitar a chance de marcar pontos importantes sem a presença do seu oponente na raia. Jorge Ricardo, o recordista mundial, cumpriu suspensão ontem. Hoje, ele tem apenas três montarias. Máquina do Raul vem de ótimo segundo lugar, porém terá pela frente o favorito The Baths, no terceiro páreo. Baby Shark reaparece bem preparado por Arno Hodecker Jr. na sétima prova. Tem bons treinos, mas alguns meses de ausência das pistas. Journal El Try, pensionista de Venâncio Nahid, está encabulado, e defenderá o favoritismo na oitava carreira. Jig Jag, com Bruno Queiroz, bem preparado por Leo Reis, pode adiar o seu sucesso, mais uma vez. (Raia Leve – Paulo Gama)
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Chileno O’Connor ganha com facilidade o Latino–Americano
Eleito favorito pelo público chileno, que lotou as dependências do Hipódromo do Chile, em Santiago, O’Connor, filho de Boboman e Torrente de Água, conduzido pelo experiente jóquei, Jorge Gonzalez, e preparado com eficiência por Carlos Urbina, dominou com rara facilidade o Longines Latino-Americano, disputado há pouco, no percurso de 2000 metros, em pista de areia. Super Corinto, representante do turfe peruano, cumpriu destacada atuação, e finalizou no segundo lugar, porém sem jamais ameaçar o sucesso do ganhador. Win Here, outro representante chileno, completou a trifeta, enquanto Nuremberg, do Peru, e Matarani, também peruano, salvou a inscrição, em quinto.
Os argentinos, uruguaios e o brasileiro, Jumping Flight, jamais deram impressão de lutar pelos postos principais da competição. O Chile, como quase sempre acontece na história da prova, fizeram bonito correndo em sua casa. A surpresa ficou por conta do ótimo desempenho do turfe peruano, cujo representante que correu menos, foi Super Nao, justamente o de melhor cartel. Jumping Flight largou atrasado, não desenvolveu a sua aceleração normal, e nem sequer figurou na primeira parte da prova. (Raia Leve – Paulo Gama)


