Alexandre Fonseca afirmou que medidas em análise no Congresso afetariam repasses de tributos para confederações de futebol, basquete e vôlei e que limitações publicitárias igualariam empresas regulamentadas às ilegais e causariam desinvestimento no esporte e cultura brasileira
A proposta pretende estabelecer requisitos mínimos para a prestação desses serviços, por meio do reconhecimento formal pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda; veja como participar
Estudo com 3.500 apostadores mostra que apenas dois operadores controlam 40% do mercado licenciado, enquanto sites ilegais movimentam cerca de R$ 15 bilhões por ano. Futebol domina 54% das apostas esportivas no país, enquanto 60% dos usuários demonstram preocupação em utilizar exclusivamente plataformas licenciadas; confira a íntegra da pesquisa
Iniciativa busca regulamentar provedores de jogos certificados para uso exclusivo em ambientes autorizados, impedindo oferta a sites ilegais no país. Processo ficará disponível entre 4 de fevereiro e 23 de março de 2026 no Portal Brasil Participativo