Apostadora perdeu prêmio de 500 mil euros na raspadinha, após funcionária rasgar o bilhete em Portugal

Blog do Editor I 27.09.22

Por: Magno José

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Apostadora perdeu prêmio de 500 mil euros na raspadinha, após funcionária rasgar o bilhete em Portugal
Após a contestação apresentada pela apostadora, a Santa Casa da Misericórdia informou que a mesma não tem direito ao prêmio de 500 mil e fundamenta-se no regulamento, o pagamento dos prêmios no momento da sua apresentação

Apostadora perdeu prêmio de 500 mil euros na raspadinha, após funcionária rasgar a raspadinha e Fernando Rocha pede justiça, através de uma publicação que fez nas redes sociais.

Uma mulher de Barcelos perdeu 500.000 euros de prêmio de uma raspadinha, depois de uma funcionária de um quiosque em Barcelos a rasgar num “ato reflexo”.

Tudo isto aconteceu há mais de um ano, tendo a apostadora reclamado o prêmio junto da Santa Casa, mas já sabe que não vai receber o dinheiro em causa.

Segundo a CNN Portugal, a apostadora comprou uma raspadinha ‘Milionário’ no valor de 10 euros, no dia 7 de setembro de 2021.

Não percebendo que tinha sido premiada, a apostadora pediu à funcionária do quiosque para que o passasse na máquina da Santa Casa para verificar.

“Ela meteu-a na máquina e eu, de fora, ouvi a máquina a cantar ‘grande prêmio para levantar na Santa Casa’. A funcionária pôs as mãos na cabeça, disse ‘o que é que eu fiz?’ e começou a chorar. Rasgou-a”, revelou a apostadora.
As autoridades foram imediatamente chamadas ao local.

“Eu disse à Polícia que fui eu a rasgar a raspadinha, não a cliente. Foi o instinto, um erro humano. Não danifiquei os códigos, nem o código de barras, não danificou nada. E a raspadinha deu entrada (no sistema da Santa Casa)”, explicou a funcionária do quiosque.

Após a contestação apresentada pela apostadora, a Santa Casa da Misericórdia informou que a mesma não tem direito ao prêmio de 500.000 euros e fundamenta-se no regulamento, o pagamento dos prêmios no momento da sua apresentação, só é feito caso as raspadinhas “sejam legíveis e não se encontrem deterioradas, mutiladas ou alteradas”.

“A pergunta que se faz é: onde está a justiça? Alguém tem que dar os 500.000 euros à senhora. Ou a Santa Casa ou o estabelecimento. Entendam-se, mas rápido que um ano à espera é ridículo”, reagiu Fernando Rocha nas redes sociais. (Infocult.pt)

 

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