A busca por um acordo para dívida do Jockey Club Brasileiro e a sua cocheira alagada

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A empresa Allstar Brasil Administração e Corretagem de Seguros LTDA. cobra, desde março desde ano, R$ 18.387,04, mais juros e correção monetária, por ter bancado a contratação de três caminhões para sugar a água acumulada na cocheira do hipódromo (Foto: JCB/divulgação)
Lembra-se do temporal que atingiu o Rio de Janeiro entre 8 e 9 de abril de 2019, tido como um dos mais fortes em décadas? Pois o Jockey Club Brasileiro, na Gávea, lida com uma execução judicial em virtude dos prejuízos das horas de tormenta.
A empresa Allstar Brasil Administração e Corretagem de Seguros LTDA. cobra, desde março desde ano, R$ 18.387,04, mais juros e correção monetária, por ter bancado a contratação de três caminhões para sugar a água acumulada na cocheira do hipódromo. Ao todo, mais de 200 metros cúbicos de água foram retirados.
Pois a corretora alega que o clube, à época do incidente, não honrou com o pagamento. O TJ do Rio foi acionado dias atrás para homologar uma possível transação extrajudicial. (Blog Ancelmo Gois – Globo Online)
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