A estratégia jurídica de empresários para abrir casas de jogos no Rio Grande do Sul

As opiniões do secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Cezar Schirmer, do jurista Ives Gandra Martins e do ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça, Gilson Dipp na reportagem da Zero Hora contribui para o entendimento do imbróglio vivido atualmente pelos jogos não regulados no Rio Grande do Sul. Que fique clara a opinião e posição de cada ator sobre os jogos de azar. O ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça, Gilson Dipp é contrário a legalização dos jogos no Brasil e como presidente da comissão de juristas que elaborou o anteprojeto de reforma do Código Penal comentou em fevereiro de 2013 que “no momento atual, os jogos de azar são uma porta aberta para graves crimes, o tráfico de drogas e os homicídios que os criminosos praticam para manter seu ‘território’” Já o jurista Ives Gandra Martins sempre defendeu a legalização deste setor, inclusive na sua tese de doutorado. Em entrevista a revista Isto É Dinheiro, em dezembro do ano passado, o jurista defendeu que a legalização é o melhor caminho para controlar esta atividade. O secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul tem sido legalista e confirma que seguirá cumprindo as leis e as decisões judiciais vigentes.