Macau teve 490 pedidos de exclusão de acesso aos cassinos em 2018

Blog do Editor I 22.01.19

Por: Elaine Silva

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A Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ) de Macau registrou, no ano passado, um total de 490 pedidos de exclusão de acesso aos cassinos, mais 23,2% do que em 2017. De acordo com dados publicados nesta quarta-feira (16) na página da DICJ, do total dos pedidos de exclusão de acesso aos cassinos, 417 foram de auto-exclusão. Os restantes 73 foram submetidos a pedido de terceiros, segundo a entidade reguladora do jogo em Macau.

Em 2017, tinham sido registados 376 pedidos de exclusão de acesso aos cassinos. Já em 2016, houve 351 pedidos de exclusão de acesso aos casinos, contra 355 em 2015, 280 em 2014 e 276 em 2013.

Ao abrigo da lei, que condiciona a entrada, o trabalho e jogo nos cassinos, o diretor da DICJ pode interditar a entrada em todos os cassinos, ou em apenas alguns, pelo prazo máximo de dois anos, às pessoas que o requeiram ou confirmem requerimento apresentado para este efeito por cônjuge, ascendente, descendente ou parente em 2.º grau.

Macau, capital mundial do jogo e único local na China onde o jogo em cassino é legal, registrou, em 2018, 32,7 bilhões de euros (US$ 37,5 bilhões) em receita do jogo, um aumento de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados oficiais. (Diário de Notícias)


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