Consultor defende fim de subconcessões de jogo e limites a número de operadores em Macau

Blog do Editor I 20.09.19

Por: Magno José

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O advogado Rui Cunha defendeu o fim do regime de subconcessões de jogo e um limite de operadores em Macau

O advogado Rui Cunha, consultor da Sociedade de Jogos de Macau, defendeu nesta quinta-feira (20) o fim do regime de subconcessões de jogo e um limite de operadores no concurso público em 2022 para atribuição de licenças na capital mundial dos casinos.

“Desde o início a criação da figura da subconcessão levantou uma certa celeuma”, disse o advogado Rui Cunha que foi até 2017 diretor executivo da Sociedade de Jogos de Macau (SJM), fundada pelo magnata Stanley Ho.

“No momento em que há que renovar e há que escolher quais são as concessões designadas para o futuro é muito simples mudar de três para seis e fica tudo em pé de igualdade”, acrescentou o Comendador da Ordem da Mérito pelo Governo de Portugal, à margem do 1.º Congresso de Advogados de Macau, que se realiza entre hoje e sábado no território. (Destak – Agência Lusa)

Comento

O apetite dos grupos Las Vegas Sands, Wynn e MGM pelo mercado brasileiro pode ser justificado pela intenção do governo chinês em criar dificuldades para as operadoras norte-americanas na renovação das subconcessões dos cassinos de Macau em 2022. Por estas razões que os mercados japonês e brasileiro passaram a ser a alternativa a Macau para estes grupos.

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