Para barrar jogos de azar, evangélicos vão reproduzir ‘força-tarefa’ que culminou em Mendonça no STF

Blog do Editor I 07.03.22

Por: Magno José

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Como última cartada, a bancada, agora liderada pelo deputado Sóstenes Cavalcante (União-RJ), pode inclusive negociar o apoio à reeleição de Pacheco para o comando do Senado

A bancada evangélica se prepara para reproduzir a “força-tarefa” usada em dezembro do ano passado na aprovação, pelo Congresso, do nome de André Mendonça para o Supremo. Esta saída é uma possibilidade para o caso de o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, levar para o plenário o projeto de liberação dos jogos de azar. Integrantes da bancada se reúnem com o senador nesta semana para tentar convencê-lo a segurar a matéria, aprovada pela Câmara debaixo de muita polêmica e críticas dos evangélicos. Como última cartada, a bancada, agora liderada pelo deputado Sóstenes Cavalcante (União-RJ), pode inclusive negociar o apoio à reeleição de Pacheco para o comando do Senado.

União faz a força

Os parlamentares evangélicos tiveram papel decisivo na votação que aprovou o ministro “terrivelmente evangélico” para o Supremo Tribunal Federal em dezembro do ano passado, com o apoio da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Acertos

A bancada evangélica também se prepara para conversar com o presidente Jair Bolsonaro para pedir um “ajuste fino na política”. O ruído de que o presidente só irá apoiar evangélicos que se filiarem ao PL causou irritação no grupo, principalmente entre filiados do Republicanos e do Progressistas. (Coluna do Estadão – Camila Turtelli e Matheus Lara)


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