Do ponto de vista jurídico, a contratação adequada desse tipo de seguro contribui para a preservação do patrimônio pessoal dos gestores e para a atração de executivos qualificados, além de reforçar práticas de governança
Artigo do advogado Thiago Turbay defende que a indústria de jogos regulada não constitui terreno fértil para a lavagem de dinheiro. O verdadeiro risco reside na manutenção de modelos proibicionistas ou pseudorregulatórios, alimentados por alarmismo penal, sanha arrecadatória e exclusão dos agentes econômicos do processo decisório
O advogado Luiz Felipe Maia destaca que a escolha real que o Brasil enfrenta não é entre “ter apostas” ou “não ter apostas”. Essa escolha simplesmente não existe. A escolha verdadeira é entre ter apostas reguladas ou ter apostas clandestinas
Artigo do advogado Yuri Laszlo Broggio defende que mercados preditivos não são apostas esportivas, tampouco derivativos financeiros tradicionais. São um fenômeno híbrido, que exige resposta regulatória própria. A omissão regulatória é indesejável, mas a escolha do regulador errado pode ser ainda pior