Confut Sudamericana debate regulamentação das apostas esportivas

Apostas I 15.07.22

Por: Magno José

Compartilhe:
Um dos painéis do Confut Sudamericana foi sobre o mercado de apostas esportivas e a EstrelaBet foi uma das patrocinadoras do evento

Nesta quinta-feira (14), foi realizado o painel ‘Apostas Esportivas: da regulamentação ao produto final’ dentro da Confut Sudamericana, evento que abriga palestras, rodadas de debate, cases e a Feira de Negócios e está sendo realizado no Hilton São Paulo Morumbi.

O painel contou com as participações do advogado da Bichara e Motta, Udo Seckelman; do CEO da Pay4Fun, Leonardo Baptista; do Head de Patrocínio EstrelaBet, Rafael Zanette e do presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal – IJL e editor do BNLData, Magnho José. O painel foi moderado pelo diretor de operações da EstrelaBet e patrocinadora Ouro da Confut Sudamericana, Fellipe Fraga.

O principal tema do painel foi a necessidade de regulamentação da Lei 13.756/18, que legalizou as apostas esportivas.

Leonardo Baptista, destacou trata-se de um mercado muito sólido, que oferece entretenimento de qualidade com muita seriedade e que por trás de uma plataforma de apostas há um grande alicerce para que funcionem bem. Há provedores de software, plataforma e métodos de pagamento que garantem a excelência na prestação desse serviço.

Udo Seckelmann comentou sobre a dificuldade em explicar para os empresários internacionais que no Brasil existe uma legislação para a atividade, mas ainda falta a regulamentação.

Já Rafael Zanette destacou a importância da proximidade das plataformas com os clubes de futebol e como o patrocínio de camisas têm aproximado as casas de apostas com a sociedade.

O mediador Fellipe Fraga registrou a necessidade dos clubes conhecerem e investigarem as propostas de patrocínio para que comprovem a seriedade do parceiro.

Leo Baptista completou que “é muito importante que os clubes conheçam as casas de apostas que se aproximam para um acordo. Para operar, um sportbook precisa de inúmeras certificações internacionais que envolvem plataforma, software, meios de pagamento e tudo o que envolve a operação.”

Magnho José pontuou que a demora na regulamentação deve-se ao fato do presidente atender ao pedido de um pastor deputado. “Os jogos não regulados movimentam cerca de R$ 27 bilhões e os jogos oficiais em torno de R$ 18,5 bilhões. As apostas esportivas não regulamentadas pelo governo poderiam arrecadar somente este ano cerca de R$ 6,2 bilhões. O governo e o país perdem muito com a falta da regulamentação das apostas e a legalização das demais verticais de jogos”, comentou.

Comentar com o Facebook
error: O conteúdo está protegido.