A empresa, que detém 2% do mercado, continua operando em RJ e PR, mas enfrenta multa diária de R$ 200 mil se descumprir medida. Secretaria de Prêmios e Apostas alega também não envio de documentos obrigatórios; empresa tem 10 dias para recorrer
Para a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), os números são alarmantes e confirmam que os sites ilegais representam um risco concreto e crescente para os consumidores brasileiros
Em entrevista ao O Globo, Plínio Lemos, presidente da ANJL, diz que objetivo principal do evento é mostrar que o mercado regulado pratica o jogo responsável e não deve ser confundido com empresas clandestinas; confira a programação e como participar
Advogado é apontado como operador financeiro de grupo que movimentava recursos obtidos com jogos de azar ilegais. A ação foi realizada em parceria com o Ministério Público Federal, a Receita Federal do Brasil e a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda