Recuo do presidente do Senado sobre a opção dos jogos de azar como fonte para o pagamento do piso da enfermagem é política

Destaque, Opinião I 08.09.22

Por: Magno José

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Involuntariamente, senador opina por manter os jogos na ilegalidade 1
Pacheco pode até não admitir publicamente, mas a proposta que tramita com maior aceitação é o projeto que propõe a legalização dos jogos de azar (PL 442/91), já aprovado na Câmara com a previsão de destinar um percentual para a saúde

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco chegou a cogitar propor ao ministro uma quarta alternativa – a aprovação do projeto que legaliza os jogos de azar. Porém, como o tema é polêmico, o senador foi aconselhado por seus auxiliares a deixá-lo de lado durante a campanha eleitoral, mas nada impede que o tema volte a pauta do Senado após as eleições.

Pacheco pode até não admitir publicamente, mas a proposta que tramita com maior aceitação é o projeto que propõe a legalização dos jogos de azar (PL 442/91), já aprovado na Câmara com a previsão de destinar um percentual para a saúde.

A proposta aprovada pela Câmara determina que 4% do produto da arrecadação da Cide-Jogos será destinado ao financiamento dos programas e ações compreendidos no âmbito da saúde pública, mas os parlamentares que defendem a proposta para financiar o piso salarial dos enfermeiros, como a Carmen Zanotto, pensam em aumentar esse percentual para 12% durante a votação da proposta em Plenário. Neste caso, a proposta teria que voltar para ser apreciada e confirmada pela Câmara dos Deputados.

Após reunião com ministro do STF, presidente do Senado descarta legalização dos jogos para financiar piso da enfermagem

 

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