Secretária de Estado do Turismo de Portugal nega atraso nas concorrências para concessões de cassinos

O gabinete da secretária de Estado do Turismo de Portugal afirmou nesta segunda-feira (6), que não existe nenhum atraso nos concursos, “uma vez que as primeiras concessões terminam no prazo de um ano e oito meses”.
“Não existe qualquer atraso nos concursos relativos às concessões de cassinos, uma vez que as primeiras concessões terminam no prazo de um ano e oito meses”, assegurou, em comunicado, o gabinete da secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.
Acredita-se que os editais públicos internacionais serão lançados em até seis meses.
Em causa está uma notícia hoje avançada pelo Público que apontava que as concessões dos cassinos de Lisboa, Estoril e Figueira da Foz estão terminando e que as concorrências internacionais ainda não tinham sido lançadas.
Numa nota enviada às redações, o Governo informou ainda que a concessão do cassino Estoril (incluindo Lisboa) e Figueira da Foz termina no final de 2020, a dos cassinos da Póvoa de Varzim, Espinho, Portimão, Vilamoura e Monte Gordo a 31 de dezembro de 2023 e a dos cassinos de Troia e Chaves finda em 31 de dezembro de 2032.
“Os concursos estão a ser preparados, estando a ser cumprido o calendário previsto para o seu lançamento atempado, não existindo qualquer atraso na programação”, concluiu.
Confira a íntegra da nota:
“Não existe qualquer atraso nos concursos relativos às concessões de casinos, uma vez que as primeiras concessões terminam no prazo de um ano e oito meses.
Prevê-se que os concursos públicos internacionais a lançar tenham uma duração de seis meses.
O prazo das concessões de casinos em vigor termina em:
– 31 de Dezembro de 2020 (Estoril – que inclui Lisboa – e Figueira da Foz);
– 31 de Dezembro de 2023 (Póvoa de Varzim, Espinho, Portimão, Vilamoura e Monte Gordo);
– 31 de Dezembro de 2032 (Tróia e Chaves).
Os concursos estão a ser preparados, estando a ser cumprido o calendário previsto para o seu lançamento atempado, não existindo qualquer atraso na programação.” (Diário de Notícias)


