CBF recorreu, e perdeu, ao tentar suspender as oitivas de dirigentes por não usar a camisa 24

A desembargadora Isabela Pessanha Chagas, da Vigésima Quarta Câmara Cível do Rio, rejeitou o agravo apresentado pela CBF na ação contra Grupo Arco Íris de Cidadania LGBT, que representa a comunidade, revela o Blog do Ancelmo Gois no Globo Online.
A Confederação tentou na semana passada efeito suspensivo contra a decisão da 1ª instância que obriga a oitiva de dirigentes da entidade, de um jogador da seleção brasileira e de um especialista sobre o não uso da camisa 24 na Copa América de 2021.
Como se sabe, Grupo Arco Íris, que é representado pelo advogado Carlos Nicodemos, considera a posição uma “clara ofensa à comunidade LGBTQIA+ e uma atitude homofóbica”. Ainda não há data para os testemunhos.
No “Jogo do Bicho”, o número 24 é associado ao veado e é utilizado pejorativamente para se referir a homossexuais.


