CBF recorreu, e perdeu, ao tentar suspender as oitivas de dirigentes por não usar a camisa 24

Blog do Editor I 19.07.22

Por: Magno José

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O número 24 do ‘veado’ no jogo do bicho é associado ao preconceito
No “Jogo do Bicho”, o número 24 é associado ao veado e é utilizado pejorativamente para se referir a homossexuais

A desembargadora Isabela Pessanha Chagas, da Vigésima Quarta Câmara Cível do Rio, rejeitou o agravo apresentado pela CBF na ação contra Grupo Arco Íris de Cidadania LGBT, que representa a comunidade, revela o Blog do Ancelmo Gois no Globo Online.

A Confederação tentou na semana passada efeito suspensivo contra a decisão da 1ª instância que obriga a oitiva de dirigentes da entidade, de um jogador da seleção brasileira e de um especialista sobre o não uso da camisa 24 na Copa América de 2021.

Como se sabe, Grupo Arco Íris, que é representado pelo advogado Carlos Nicodemos, considera a posição uma “clara ofensa à comunidade LGBTQIA+ e uma atitude homofóbica”. Ainda não há data para os testemunhos.

No “Jogo do Bicho”, o número 24 é associado ao veado e é utilizado pejorativamente para se referir a homossexuais.

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