Brasil conquista 47 medalhas e fica em segundo lugar no Mundial de Atletismo Paralímpico

O Brasil alcançou o melhor resultado da história em Mundial de Atletismo Paralímpico. Os atletas brasileiros conquistaram um total de 47 medalhas, sendo 14 de ouro, 13 de prata e 20 de bronze. Com isso, o Brasil ficou em segundo lugar na classificação geral, apesar de ter obtido mais medalhas individuais que a China, que ganhou mais ouros.
O Mundial de Paris foi encerrado nesta segunda-feira (17), com a participação de atletas brasileiros em sete finais. Os destaques do último dia de competições foram Jerusa Geber, ouro nos 200m T11 (cegas) e Petrúcio Ferreira, ouro nos 100m T47 (amputados de braço). Foi o segundo ouro de Jerusa na competição, que também foi campeã nos 100m, na quinta-feira (13). A brasileira Thalita Simplício fez a dobradinha nas duas provas, com o bronze. Já Petrúcio registrou novo recorde da competição, com 10s37, marcando também sua invencibilidade na prova nos últimos três Mundiais e duas Paralimpíadas (Rio e Tóquio).
Em toda a competição, o Brasil foi representado por 54 atletas de 19 estados, sendo que os atletas com deficiência visual contaram com o auxílio de 11 atletas-guias. O Mundial de Atletismo antecede as Paralimpíadas de Paris e é uma importante etapa preparatória para os atletas.
Essa foi a quinta medalha de Petrúcio em Mundiais. Além dos ouros nos 100m em Dubai 2019 e Londres 2017, tem outros dois títulos – nos 400m também em Dubai 2019 e nos 200m em Londres 2017. É ainda o atual bicampeão paralímpico dos 100m (Rio 2016 e Tóquio 2020).
Ginástica rítmica

No domingo (16), as atletas brasileiras da ginástica rítmica foram destaques na etapa romena da World Challenge Cup, em Cluj-Napoca, chegando a um total de quatro medalhas: ouro no conjunto misto, prata no simples e bronze nas modalidades conjunto geral e individual de fita.
O conjunto misto, medalha de ouro na competição, foi composto pelas ginastas Bárbara Galvão, Deborah Medrado, Duda Arakaki, Nicole Pírcio, Sofia Madeira e Victória Borges.
Na modalidade individual de fita, a medalhista de prata foi a ginasta Bárbara Domingos. No próximo final de semana, as ginastas participarão da etapa italiana da World Challenge Cup, em Milão.
Atletismo

Na etapa polonesa da Diamond League, disputada na Silésia, Alison dos Santos, o Piu, chegou em terceiro lugar na prova dos 400 metros rasos, que não é sua especialidade.
Com esse resultado, Alison demonstrou estar recuperado de uma cirurgia no joelho direito realizada há dez meses e conquistou índices para a Olímpiada de Paris em 2024 e para o Mundial de Atletismo a ser disputado em Budapeste, Hungria, no próximo mês de agosto.
Patrocínios CAIXA e Loterias CAIXA
As parcerias da CAIXA e das Loterias CAIXA têm sido fundamentais para o desenvolvimento de diversas modalidades esportivas individuais e coletivas no país, propiciando o surgimento de atletas de destaque internacional.
O banco patrocina a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) há 22 anos; enquanto o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) é patrocinado há duas décadas, e a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) é patrocinada há 17 anos.
Nesta sexta-feira (14), a CAIXA anunciou a assinatura de mais um contrato de patrocínio esportivo. Desta vez, o banco tornou-se patrocinador master da Liga de Basquete Feminino, que se chamará LBF CAIXA 2023. O contrato engloba os playoffs, as semifinais, as finais, o Jogo das Estrelas e ações sociais. (CAIXA Notícias)


