Estudo técnico mostra que, sem os sites autorizados pela Fazenda, participação das plataformas clandestinas nas apostas pode sair dos atuais 41% para até 82%; confira a Nota Técnica do Estudo
Ministro do STF avaliou que decreto do governo mineiro se insere na autonomia estadual e que protege valores como saúde e segurança pública. ANJL afirma que vai recorrer da decisão, por meio de agravo regimental, para que a ação seja decidida pelo plenário do STF
Uruguai não é modelo para o Brasil já que país vizinho opera sob monopólio estatal, proíbe operadores privados e tem população 7 vezes menor que o total de usuários de plataformas de apostas no Brasil
Programa de maior audiência do jornalismo brasileiro reuniu nesta segunda-feira (21/9) analistas que criticaram abertamente uma possível proibição das apostas esportivas, horas antes da expectativa de anúncio de medida provisória pelo governo federal