Família de rapaz que ficou tetraplégico em acidente com cavalo leva Jockey à Justiça

Os pais do aprendiz de jóquei Bruno de Sousa Teixeira acionaram o Ministério Público do Trabalho contra o Jockey Club por conta de acidente de um ano atrás, que o deixou tetraplégico.
Então com 17 anos e arrimo de família, Bruno, que é cearense e morava num alojamento desde os 16, caiu do cavalo num páreo, porque a sela se soltou. Teve a cabeça esmagada por um cavalo, e desde então está internado.
O Jockey ofereceu ajuda de custo de R$ 34 mil, segundo o advogado Ricardo Romano, que defende os pais, para a compra de uma cadeira de rodas e o retorno ao Ceará.
“A família se sente abandonada. Ele precisa de home care, fralda, fisioterapia, adaptação da casa, pensão vitalícia. O Jockey alega que não havia vínculo trabalhista. É uma desumanidade”, diz Romano.
Segundo o presidente do Jockey, Luiz Alfredo Taunay, foi dada “toda a assistência possível, inclusive psicológica” aos pais, trazidos ao Rio pela instituição para acompanhar Bruno. A denúncia ao MPT afirma que eles foram acomodados numa cocheira. (Blog Marina Caruso – O Globo – Por Roberta Pennafort)
MGA de terça–feira na Gávea foi o maior da semana
Com apenas oito páreos e chuva torrencial, em boa parte do tempo, a reunião noturna de terça-feira, no Hipódromo da Gávea, teve o maior Movimento Geral de Apostas (MGA), entre as quatro reuniões semanais cariocas, com R$ 702.288,62. E o detalhe mais expressivo deste resultado foi justamente o número de provas disputadas. Enquanto nos demais dias, sábado, domingo e segunda-feira, foram corridos nove páreos, a programação de terça teve um páreo a menos.
Mais uma vez o MGA mais baixo foi o de sábado, com R$ 607.043,02. Entretanto, a diferença de valores financeiros não foi tão grande em relação a domingo, com R$ 666.512,90, e segunda, com R$ 684.463,16. A média de movimento de apostas, por páreo, se for levado em conta que foram disputados 35 durante a semana, ficou próximo a R$ 75 mil. Mais uma vez a média de apostas de terça-feira é surpreendente, de forma favorável. Os R$ 702 mil faturados, em oito provas, proporcionam um faturamento de R$ 87 mil, por cada páreo disputado. Na segunda, esta média cai para R$ 76 mil, por páreo, no domingo, para R$ 74 mil, e no sábado despenca para pouco mais de R$ 67 mil. (Raia Leve – Paulo Gama)


